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  • ECA e medidas socioeducativas

    A Advertência: Elaborada de forma verbal, reduzida a termo e assinada pelo juiz, representante do Ministério Público, adolescentes, pais ou responsáveis. A Obrigação de Reparar o Dano: É aplicada quando o adolescente comete algum dano ao patrimônio, inclusive o público. O juiz pode determinar que o adolescente repare o dano, restitua a coisa ou, de alguma forma, compense a vítima. A Prestação de Serviço à Comunidade – PSC: É executada pelo município. Consiste na realização de tarefas gratuitas de interesse geral, não excedendo o tempo máximo de seis meses. Essas tarefas poderão ser realizadas junto a entidades assistenciais, hospitais, escolas, programas comunitários ou governamentais. O trabalho deve ser cumprido em jornada máxima de oito horas semanais, sem interferir no horário escolar e na jornada normal de trabalho, caso o adolescente trabalhe. A prestação de serviço deve ter caráter educativo e nunca se assemelhar ao trabalho escravo. A Liberdade Assistida: É executada pelo município e será aplicada sempre que se configurar como uma medida mais adequada para o acompanhamento e orientação do adolescente. A medida será fixada por um tempo mínimo de seis meses, podendo ser prorrogada, revogada ou substituída por outra medida. A medida visa fortalecer os vínculos familiares, escolares e comunitários desses adolescentes. A Semiliberdade: Executada pelo Estado. Deve ser aplicada como primeira medida ou como medida de transição do meio fechado para o aberto. O adolescente fica possibilitado de realizar atividades externas, independente de autorização do juiz. Ele deve estudar e se profissionalizar, utilizando-se dos recursos da comunidade sempre que possível. Os adolescentes podem visitar suas famílias aos fins de semana. Visando promover o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, é permitido ao adolescente realizar atividades fora do local onde está cumprindo a medida. A Internação: Executada pelo Estado. Esta medida significa a perda do direito de ir e vir, sendo cumprida em local específico para os adolescentes. A medida de internação não tem um prazo determinado, devendo ser avaliada a situação do adolescente, no mínimo, a cada seis meses. No prazo máximo de três anos, o adolescente deve ser liberado da internação, podendo ser colocado em regime de Semiliberdade ou Liberdade Assistida. Ao completar 21 anos, sua liberação será compulsória. #ECA #mapasmentaiseca #mapasmentaisestudos #mapasmentaisconcurso

  • A influencia da Igreja Católica no Serviço Social

    A influência da Igreja Católica na história do serviço social remonta aos primórdios da profissão. Desde a Idade Média, a Igreja Católica esteve envolvida em atividades de caridade e assistencialismo aos mais pobres e necessitados. A Igreja desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento do serviço social moderno, principalmente na Europa Ocidental, onde as primeiras escolas de serviço social foram estabelecidas. No século XIX, a Igreja Católica continuou a desempenhar um papel importante no desenvolvimento do serviço social, especialmente na Europa. Na Inglaterra, a Igreja Anglicana e a Igreja Católica estavam envolvidas na criação de hospitais, asilos, abrigos e escolas. Na França, a Igreja Católica criou diversas instituições de caridade , além de ter influenciado a criação da primeira escola de serviço social em Paris, em 1896. Na América Latina, a Igreja Católica também desempenhou um papel importante no desenvolvimento do serviço social. Durante a década de 1950 e 1960, a Igreja Católica latino-americana se envolveu na luta pelos direitos dos pobres e marginalizados, tornando-se uma voz importante na luta por justiça social. O movimento da Teologia da Libertação, que se originou na América Latina, foi fortemente influenciado pelos ensinamentos da Igreja Católica e levou à criação de muitos programas de serviço social em toda a região. Além disso, a Igreja Católica tem uma longa tradição de formação de trabalhadores sociais. Muitas congregações religiosas, como os jesuítas e as irmãs de caridade, estiveram envolvidas na formação de trabalhadores sociais desde o século XIX. A formação oferecida pelas instituições religiosas era baseada em valores cristãos do neotomismo e enfatizava a importância da caridade e da justiça social. No entanto, a influência da Igreja Católica na história do serviço social também tem sido objeto de críticas. Alguns argumentam que a abordagem caritativa da Igreja Católica não é suficiente para enfrentar os problemas estruturais da pobreza e da desigualdade social. Além disso, alguns criticam a abordagem moralista da Igreja em relação a questões como sexualidade e reprodução, que pode limitar a atuação dos profissionais de serviço social. Apesar das críticas, a influência da Igreja Católica na história do serviço social é inegável. Domine Fundamentos Históricos e Metodológicos do Serviço Social e seja uma servidora pública! Saiba agora como você pode otimizar o seu estudo, aprender muito mais rápido de forma simples e ainda ter mais tempo livre!

  • Categoria trabalho e o Serviço Social

    O trabalho da/o Assistente Social é pautado pela defesa e garantia dos direitos sociais para todos/as. A/O profissional viabiliza a melhoria das condições de vida de usuários/as no enfrentamento de desigualdades e acesso às políticas sociais, econômicas, ambientais e culturais. A categoria trabalho é um tema importante para o Serviço Social, pois a profissão lida diretamente com as condições e relações de trabalho dos indivíduos e suas implicações na vida social. O Serviço Social tem como um dos seus campos de atuação o mundo do trabalho, onde atua na promoção dos direitos e na defesa das condições de trabalho justas e dignas para os trabalhadores. A categoria trabalho é entendida pelo Serviço Social como um fenômeno social que envolve não apenas a produção de bens e serviços, mas também as relações sociais, as condições de vida, as políticas públicas e as questões culturais que permeiam esse universo. Nesse sentido, o Serviço Social busca compreender as relações de trabalho em sua complexidade e diversidade, considerando aspectos como gênero, raça, etnia, idade, entre outros, e promove ações que visam a garantia dos direitos trabalhistas, o combate à exploração e à precarização do trabalho, além de lutar pela construção de políticas públicas que assegurem a inclusão social e a proteção social dos trabalhadores. #trabalho #serviçosocial #redação

  • O Estatuto da Criança e do Adolescente e o Serviço Social

    O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é uma lei brasileira que foi promulgada em 1990 com o objetivo de garantir os direitos fundamentais de crianças e adolescentes, reconhecendo-os como sujeitos de direitos e protegendo-os de todas as formas de violência, exploração e negligência. O ECA estabelece princípios e diretrizes para as políticas públicas voltadas para a infância e adolescência, bem como define as responsabilidades das famílias, do Estado e da sociedade na promoção e proteção dos direitos desses grupos. O serviço social é uma profissão que tem como objetivo promover a justiça social e garantir a realização dos direitos humanos, por meio de ações que visam atender as necessidades e demandas das pessoas e grupos em situação de vulnerabilidade. No contexto do ECA, o serviço social é fundamental para a implementação das políticas públicas voltadas para a infância e adolescência, bem como para a proteção dos direitos desses grupos. Uma das principais responsabilidades do serviço social no âmbito do ECA é garantir que as crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade tenham acesso aos serviços públicos básicos, como saúde, educação, assistência social e proteção à infância. Além disso, o serviço social deve atuar na prevenção e enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes, realizando ações que visam promover a cultura de direitos e prevenir a violência. Outra responsabilidade do serviço social no âmbito do ECA é realizar ações que visem à promoção dos direitos das crianças e adolescentes, por meio de atividades de orientação, informação e educação. Essas ações têm como objetivo transmitir os direitos e deveres as crianças e adolescentes, garantindo que eles possam exercer seus direitos e ter voz ativa na sociedade. O serviço social também é responsável por realizar ações de proteção especial para crianças e adolescentes em situação de risco ou violação de direitos, como crianças em situação de rua, vítimas de violência sexual ou de trabalho infantil, entre outros. Nesses casos, o serviço social deve realizar ações que visam proteger a integridade física e psicológica das crianças e adolescentes, bem como garantir o acesso aos serviços públicos e a promoção da reintegração familiar e social. Em resumo, o Estatuto da Criança e do Adolescente é uma lei fundamental para a promoção e proteção dos direitos das crianças e adolescentes no Brasil. O serviço social desempenha um papel fundamental na implementação das políticas públicas voltadas para a infância e adolescência, bem como na proteção dos direitos desses grupos. Por meio de suas ações, o serviço social pode contribuir para garantir a realização dos direitos humanos e promover a justiça social para todos. #eca #serviçosocial #assistentesocialeca

  • O capitalismo globalizado e a questão social em Robert Castel.

    Robert Castel é sociólogo e professor da École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris, França. É autor de inúmeros livros, dentre eles "As metamorfoses da questão social" e "A insegurança social. O que é ser protegido?" . Segundo o autor A tendência atual é que as pessoas se considerem membros de uma sociedade de indivíduos. O indivíduo isolado é, de alguma maneira, levado “pelas águas” e não chega a lugar algum. Para se alimentar, por exemplo, ele não é autônomo, isto é, precisa encontrar esse alimento em algum lugar, depende quase sempre de outrem. Dentro de um coletivo é que ele consegue conquistar realmente o seu lugar, a sua classe. Como articular a dimensão do indivíduo dentro de um coletivo é uma questão muito dificil. O que se nota é uma modificação das condições de trabalho, ou seja, uma individualização, no sentido de valorizar o trabalhador com seus direitos individuais e suas iniciativas, aproveitando-as dentro do contexto no qual se insere. Para que isso mude, é preciso formar uma solidariedade coletiva. É preciso destruir os dois modos de organização do trabalho até então dominante: o trabalho regulado (das corporações de ofício – as jurandes) e o trabalho forçado (o modelo da corvéia, as instituições de correção, os depósitos de mendicância, as instituições de caridade). Portanto, o livre acesso ao trabalho e a instituição de um livre mercado do trabalho marcam o advento de um mundo social racional por meio da destruição da ordem social arbitrária da antiga sociedade. Clique acima e saiba mais

  • O Código de Ética do(a) Assistente Social

    O Código de Ética do Assistente Social é um conjunto de normas que orientam a prática profissional do assistente social, definindo os deveres, responsabilidades e condutas éticas a serem seguidas. O primeiro Código de Ética do Serviço Social foi elaborado em 1947, pela Federação Internacional de Trabalhadores Sociais, e aprovado pelo Conselho Nacional de Serviço Social (CNSS) em 1957. O atual Código de Ética do Assistente Social no Brasil é a Resolução nº 273/1993 do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), que passou por revisão e atualização em 2011, com a Resolução nº 582/2010 do CFESS. Este código estabelece os princípios e valores fundamentais da profissão, como a defesa dos direitos humanos, a justiça social, a equidade e a garantia do acesso aos serviços públicos. Entre as principais normas éticas que regem a prática do assistente social no Brasil estão a garantia do sigilo profissional, o respeito à diversidade cultural e à autonomia do usuário, a promoção da participação e do controle social, a busca pelo diálogo interdisciplinar e a defesa dos interesses coletivos em detrimento dos interesses individuais. Historicamente, a construção do código de ética do assistente social no Brasil ocorreu no contexto de luta por uma profissão comprometida com a transformação social e a justiça social. O Serviço Social nasceu no Brasil na década de 1930, em meio às políticas sociais implementadas pelo Estado Novo. A profissão se consolidou nos anos 1960 e 1970, com a luta pela democratização do país e a consolidação do Estado de Bem-Estar Social. Nesse período, os assistentes sociais tiveram um papel importante na luta pelos direitos sociais e na denúncia das desigualdades sociais. O Código de Ética do Assistente Social foi um instrumento importante para garantir a autonomia e a independência da profissão em relação ao Estado. Ele reforça o compromisso dos assistentes sociais com a defesa dos direitos humanos e a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

  • Fordismo e o Serviço Social

    O fordismo é um sistema de produção em massa que foi desenvolvido por Henry Ford na primeira metade do século XX. Esse sistema é caracterizado por uma produção em larga escala, com o objetivo de reduzir os custos e aumentar a eficiência da produção. No sistema fordista, a produção era dividida em tarefas simples e repetitivas, que eram executadas por trabalhador especializado em cada etapa do processo. Essa forma de organização do trabalho permitiu uma produção em massa de bens de consumo duráveis, como carros, eletrodomésticos e outros produtos. A influência do fordismo no serviço social se deu através de sua relação com as políticas sociais. Na época em que o fordismo estava em ascensão, havia uma grande necessidade de mão de obra qualificada para a produção em massa. Por isso, foram criados programas de educação e treinamento para os trabalhadores, a fim de capacitá-los para as novas demandas do mercado de trabalho. Esses programas de educação e treinamento foram os precursores do serviço social como profissão. Os assistentes sociais foram responsáveis ​​por trabalhar com os trabalhadores, ajudando-os a se adaptar às mudanças no ambiente de trabalho e enfrentando os desafios do mercado de trabalho. Eles também foram responsáveis ​​por ajudar as famílias dos trabalhadores, fornecendo assistência em áreas como saúde, moradia e educação. Assim, o fordismo influenciou o serviço social ao criar uma demanda por profissionais que ajudaram os trabalhadores a enfrentar as mudanças sociais e a pneumonia causada pela produção em massa. Além disso, o fordismo também foi responsável por criar as condições sociais para o serviço social se tornar uma profissão necessária para lidar com os problemas sociais decorrentes da produção em massa.

  • Serviço Social na Contemporaneidade

    A autora Iamamoto, em seu livro "Serviço Social na Contemporaneidade: trabalho e formação profissional", aborda a trajetória histórica e as transformações que o Serviço Social vem passando ao longo do tempo. Na contemporaneidade, o Serviço Social está inserido em um contexto de profundas mudanças políticas, emocionais, sociais e culturais, o que exige do profissional uma capacidade crítica e reflexiva para atuar de forma competente e eficiente. Além disso, Iamamoto destaca a importância da formação profissional para que o assistente social possa compreender as complexidades e desafios da realidade em que está inserido, buscando sempre a transformação social e a defesa dos direitos humanos. Nesse sentido, o Serviço Social na contemporaneidade deve estar comprometido com a luta pela justiça social, igualdade e democracia, residido em diversas áreas como saúde, educação, assistência social, entre outras, sempre pautado pela ética profissional e pelo compromisso com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

  • Risco Social

    O risco social é um conceito que se refere à possibilidade de danos, prejuízos ou consequências negativas que tinham certos grupos ou indivíduos em uma sociedade. Esses riscos podem ser causados ​​por fatores psicológicos, culturais, ambientais, entre outros. Os grupos mais vulneráveis ​​a riscos sociais incluem aqueles que enfrentam desigualdades socioeconômicas, como pessoas em situação de pobreza, desemprego, deficiência racial ou de gênero, bem como aqueles que estão em áreas de conflito ou desastres naturais. Os riscos sociais também afetaram indivíduos que enfrentaram situações difíceis, como doenças, vícios, abuso de substâncias, violência doméstica e outras formas de abuso. Além disso, o risco social também pode ter impactos em nível macro, afetando o desenvolvimento econômico e político de uma sociedade como um todo, limitando o acesso a recursos, oportunidades e serviços para alguns grupos e perpetuando desigualdades sociais. Existem várias formas de lidar com os riscos sociais, que incluem políticas públicas, programas de assistência social, ações comunitárias e promoção de iniciativas para reduzir as desigualdades e aumentar o acesso a oportunidades para todos. No entanto, a conscientização sobre o risco social e a importância de mitigar seus efeitos negativos continua sendo um desafio em muitas sociedades, e é fundamental que os esforços sejam feitos para reduzir esses riscos e proteger os mais vulneráveis.

  • Serviço Social e a reconceituação

    O Serviço Social é uma profissão que surgiu no final do século XIX e início do século XX, no contexto de transformações sociais e políticas que ocorreram na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, o Serviço Social se desenvolveu a partir dos anos 1930, com a institucionalização da assistência social e a criação do Conselho Nacional de Serviço Social. A partir dos anos 1960, ocorreu um movimento de crítica e questionamento em relação às bases teórico-metodológicas do Serviço Social, que ficou conhecido como "Reconceituação". Esse movimento surgiu principalmente na América Latina e teve como objetivo repensar o papel do Serviço Social na sociedade, a partir de uma visão crítica do contexto político, social e econômico em que a profissão se insere. A Reconceituação acolheu uma revisão das concepções teóricas e metodológicas que embasavam o Serviço Social, com o objetivo de superar uma visão conservadora e funcionalista da profissão e buscar uma práxis crítica e transformada. Foram novas propostas teóricas, como o marxismo e a teoria crítica, e novos métodos de intervenção, como a pesquisa-ação e a intervenção comunitária. Assim, a Reconceituação admitiu uma ruptura com o modelo tradicional do Serviço Social, que se restringe a ações assistenciais e caritativas, e defendeu a necessidade de uma intervenção mais ampla e transformadora na realidade social. A partir desse movimento, o Serviço Social passou a se consolidar como uma profissão crítica e comprometido com a luta pelos direitos sociais e pela transformação das relações sociais. #reconceituação #serviçosocialmovimento

  • Resumo Serviço Social de caso, grupo e comunidade

    O Serviço Social é uma profissão que tem como objetivo principal promover a justiça social, a igualdade e os direitos humanos, por meio de intervenções individuais, coletivas e institucionais. O Serviço Social atua em diferentes campos e espaços de atuação, sendo o serviço social de caso, serviço social de grupo e serviço social de comunidade algumas das principais áreas de atuação. O Serviço Social de Caso é uma modalidade de intervenção profissional que se concentra no atendimento individualizado de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade ou risco social. Nessa modalidade de intervenção, o assistente social realiza uma análise da situação social do indivíduo, identificando suas necessidades, demandas e potencialidades, para desenvolver um plano de intervenção personalizado e adequado às suas necessidades. O Serviço Social de grupo, por sua vez, tem como foco a intervenção em grupos e coletividades, buscando promover o diálogo, o desenvolvimento de habilidades sociais e a participação cidadã dos indivíduos. Nessa modalidade de intervenção, o assistente social trabalha com grupos específicos, como idosos, mulheres, crianças, jovens, trabalhadores, entre outros, identificando suas demandas e potencialidades, para desenvolver atividades, projetos e estratégias que visam a promoção do bem-estar e da qualidade de vida desses grupos. Já o Serviço Social de comunidade é uma modalidade de intervenção que tem como objetivo promover o desenvolvimento comunitário e a participação ativa das comunidades na construção de soluções para seus problemas e desafios sociais. Nessa modalidade de intervenção, o assistente social atua em parceria com a comunidade, realizando diagnósticos participativos, identificando as demandas e potencialidades locais, e desenvolvendo projetos, programas e ações que buscam promover a autonomia e o monitoramento social das comunidades. O Serviço Social de comunidade é uma prática que valoriza a participação ativa da população na busca de soluções para seus próprios problemas, reconhecendo a importância da construção coletiva do conhecimento e da ação social. VOCÊ + os melhores mapas mentais do Brasil=Aprovação garantida! Esse método de estudos utilizado por + de 2. 000 estudantes vai te ajudar a acelerar a compreensão dos conteúdos ainda na faculdade! 3 x de R$ 13,06 ou R$ 37,00 à vista

  • A compreensão da Pessoa Humana o Neotomismo no Brasil

    O neotomismo é uma corrente de pensamento presente no serviço social no Brasil que enfatiza a importância da atuação profissional baseada em princípios éticos e valores humanos. Ele também destaca a necessidade de se considerar as transformações sociais e a realidade concreta das pessoas atendidas, bem como de se buscar soluções que promovam a justiça social e a promoção da cidadania. Em resumo, o neotomismo no serviço social no Brasil é uma abordagem que valoriza a ética, uma ação profissional comprometida com a justiça social e a promoção dos direitos humanos. No ebook Filosofia Facilitada com ilustrações e Fundamentos Metodológicos do Serviço Social você aprenderá de forma completa e rápida o que cai em concurso público na área de Serviço Social. Clique no link (FTMSS) Clique no Link (Filosofia Facilitada)

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