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  • A Questão Social: Uma Breve História e seu entendimento para o Serviço Social

    A Questão Social: Uma Breve História e sua Relevância para o Serviço Social A Questão Social: Um Desafio Histórico A questão social é um tema central para o Serviço Social e permeia as discussões sobre as desigualdades sociais. Mas, afinal, o que é a questão social e qual a sua importância? O Surgimento do Conceito O termo “questão social” surgiu na Europa do século XIX, mais precisamente na Inglaterra, durante a Revolução Industrial. Com a intensificação do processo de industrialização, a urbanização acelerada e a concentração de capital nas mãos de poucos, emergiram uma série de problemas sociais como: Pobreza em massa:  A explosão demográfica nas cidades, aliada às péssimas condições de trabalho e baixos salários, geraram uma classe trabalhadora miserável. Exploração do trabalho infantil:  Crianças eram submetidas a jornadas exaustivas em fábricas e minas, com sérios prejuízos à sua saúde e desenvolvimento. Desigualdade social:  A concentração de riqueza nas mãos da burguesia industrial acentuou as diferenças sociais e gerou conflitos entre as classes. Diante desse cenário, a questão social passou a ser compreendida como um conjunto de problemas sociais que resultavam das contradições do sistema capitalista. A classe trabalhadora, organizada em movimentos sociais, passou a exigir do Estado medidas para amenizar as desigualdades e garantir melhores condições de vida. A Questão Social no Brasil No Brasil, a questão social também se manifestou de forma intensa, especialmente a partir do processo de industrialização iniciado no século XX. A urbanização acelerada, a concentração de terras e a desigualdade social marcaram a história do país. A Questão Social e o Serviço Social O Serviço Social, enquanto profissão, tem como objeto de trabalho a questão social. Os assistentes sociais atuam na análise e intervenção nas expressões da questão social, buscando promover a justiça social e a melhoria da qualidade de vida da população. A Questão Social Hoje A questão social continua sendo um desafio global, mesmo com os avanços conquistados ao longo da história. No mundo contemporâneo, novas expressões da questão social surgem, como a desigualdade de gênero, o racismo, a homofobia e a violência urbana. As Diferentes Expressões da Questão Social na Atualidade A questão social, como um conjunto de problemas sociais derivados das desigualdades sociais, se manifesta de diversas formas na contemporaneidade. Embora suas raízes estejam no sistema capitalista, as expressões da questão social se adaptam e se complexificam diante das transformações sociais, econômicas e políticas. Algumas das principais expressões da questão social na atualidade são: Desigualdade de renda e riqueza:  A concentração de renda nas mãos de poucos e a crescente desigualdade social são um dos maiores desafios da atualidade. Essa disparidade gera diversas outras problemáticas, como a pobreza, a fome e a exclusão social. Desemprego e subemprego:  A crise econômica global e a automatização do trabalho têm levado ao aumento do desemprego e do subemprego, precarizando as condições de trabalho e gerando insegurança social. Violência:  A violência urbana, a violência doméstica, a violência contra a mulher e a violência racial são expressões da questão social que afetam profundamente a vida das pessoas e a convivência social. Discriminação e preconceito:  A discriminação por raça, gênero, orientação sexual, idade, religião e outras características continua sendo um problema grave, gerando exclusão social e violação de direitos. Questão racial:  A desigualdade racial é uma das mais profundas e persistentes no Brasil e em muitos outros países. A população negra, por exemplo, enfrenta maiores dificuldades de acesso à educação, saúde, trabalho e justiça. Questão de gênero:  A desigualdade de gênero se manifesta em diversas esferas da vida social, como a desigualdade salarial, a violência contra a mulher e a subrepresentação feminina em posições de poder. Questão ambiental:  A degradação ambiental, as mudanças climáticas e a exploração dos recursos naturais impactam de forma desproporcional as populações mais vulneráveis, intensificando a desigualdade social. Saúde e educação:  O acesso desigual à saúde e à educação de qualidade é uma das principais expressões da questão social, limitando as oportunidades de desenvolvimento humano. População em situação de rua:  A falta de moradia, o desemprego e a exclusão social levam muitas pessoas a viver nas ruas, em condições precárias e vulneráveis. Idosos:  A crescente população de idosos e o envelhecimento da população exigem políticas públicas adequadas para garantir seus direitos e bem-estar. É importante ressaltar que essas expressões da questão social não são isoladas, mas se inter-relacionam e se intensificam mutuamente.  Por exemplo, a pobreza aumenta a vulnerabilidade à violência, a discriminação dificulta o acesso ao mercado de trabalho e a falta de educação limita as oportunidades de ascensão social. O Serviço Social, enquanto profissão, tem um papel fundamental no enfrentamento da questão social.  Os assistentes sociais atuam em diversas frentes, como a promoção de políticas públicas, a defesa dos direitos humanos e a realização de ações diretas com a população em situação de vulnerabilidade. Para aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugiro que você consulte as seguintes fontes: Livros e artigos científicos:  Procure por obras de autores como Iamamoto, Netto, Carvalho e outros. Legislação:  Consulte a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Estatuto do Idoso e outras leis relacionadas aos direitos sociais. Documentos oficiais:  Acesse relatórios e estudos de organizações como o IBGE, o UNICEF e a ONU. Sites e blogs especializados:  Existem diversos sites e blogs que abordam a questão social de forma aprofundada. Ao compreender as diferentes expressões da questão social, os assistentes sociais podem desenvolver ações mais eficazes para promover a justiça social e a melhoria da qualidade de vida da população. Em resumo: A questão social é um fenômeno histórico e social complexo que se manifesta de diversas formas ao longo do tempo e do espaço. Compreender sua origem e suas diversas expressões é fundamental para o exercício profissional do assistente social. Palavras-chave:  questão social, serviço social, desigualdade social, história, capitalismo, classe trabalhadora. O que o Luquinhas tem a dizer a mais sobre a questão social? Gostou deste post? Compartilhe com seus colegas e deixe seu comentário! #QuestãoSocial #ServiçoSocial #DesigualdadeSocial #História #Capitalismo

  • O positivismo e o Serviço Social

    Nascido em Montpellier, na França, no ano de 1798, Isidore Auguste Marie François Xavier Comte foi um filósofo francês que ficou conhecido por ter sido o primeiro a sintetizar a necessidade de uma ciência da sociedade (Sociologia) e por ter fundamentado, pela primeira vez, a teoria positivista. Influência do Positivismo no Serviço Social A Influência do Positivismo no Serviço Social: Uma Análise Crítica O positivismo, corrente filosófica que surgiu no século XIX, exerceu uma influência significativa na formação e desenvolvimento inicial do Serviço Social. Essa corrente, que preconizava a busca por conhecimento científico e a aplicação de métodos rigorosos para a compreensão da realidade, moldou boa parte das primeiras práticas e concepções da profissão. Os principais aspectos da influência positivista no Serviço Social são: Visão científica da sociedade:  O positivismo defendia a ideia de que a sociedade poderia ser estudada de forma científica, assim como os fenômenos naturais. Essa perspectiva influenciou o Serviço Social a buscar explicações racionais para os problemas sociais, utilizando métodos e técnicas inspirados nas ciências naturais. Ênfase na ordem e no progresso:  A ordem social era vista como um estado ideal a ser alcançado através do progresso científico e tecnológico. O Serviço Social, nesse contexto, tinha a função de contribuir para a manutenção da ordem social, intervindo nas situações que a ameaçassem. Individualização dos problemas sociais:  Os problemas sociais eram frequentemente atribuídos a causas individuais, como a falta de caráter ou a incapacidade. O Serviço Social, então, buscava soluções individualizadas para esses problemas, através de ações assistenciais e de orientação. Neutralidade e objetividade:  O positivismo pregava a neutralidade do cientista em relação ao objeto de estudo. Essa ideia se refletiu no Serviço Social, que buscava uma postura neutra e objetiva diante dos problemas sociais. Crítica ao positivismo no Serviço Social: Com o passar do tempo, a visão positivista do Serviço Social foi sendo questionada e criticada por diversos motivos: Redução da complexidade social:  A abordagem positivista tendia a reduzir a complexidade dos problemas sociais, ignorando as dimensões históricas, culturais e políticas que os influenciavam. Desconsideração das relações de poder:  O positivismo negligenciava as relações de poder existentes na sociedade, que são fundamentais para a compreensão dos problemas sociais. Individualização excessiva:  A ênfase na individualização dos problemas sociais levava a uma visão fragmentada da questão social, desconsiderando as causas estruturais. O Serviço Social contemporâneo: O Serviço Social contemporâneo superou, em grande parte, a influência positivista. As profissionais e os profissionais da área buscam uma compreensão mais aprofundada e crítica da realidade social, considerando as dimensões históricas, culturais, políticas e econômicas. A atuação profissional se volta para a transformação social e a defesa dos direitos humanos. Em resumo,  o positivismo deixou marcas profundas no Serviço Social, influenciando a forma como a profissão se concebeu e atuou nas primeiras décadas. No entanto, a crítica a essa perspectiva permitiu que o Serviço Social se desenvolvesse como uma profissão comprometida com a justiça social e a emancipação humana. Para aprofundar seus conhecimentos, recomendo a leitura dos seguintes artigos: POSITIVISMO, FENOMENOLOGIA E SERVIÇO SOCIAL: CRÍTICA ÀS EXPRESSÕES CONTEMPORÂNEAS DO CONSERVADORISMO: https://periodicos.ufes.br/abepss/article/view/23292/16049 Gostaria de explorar algum outro aspecto da influência do positivismo no Serviço Social?   Desvende o Mundo dos Concursos com Mapas Mentais! Materiais Exclusivos para Assistentes Sociais Assistente Social,  você está em busca de uma ferramenta poderosa para turbinar seus estudos e conquistar a tão sonhada aprovação em concursos públicos? Chegou a hora de conhecer o poder dos mapas mentais !  Essa técnica revolucionária transforma conteúdos complexos em visuais intuitivos, facilitando a memorização e a compreensão dos assuntos. 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  • Fenomenologia e Serviço Social

    Você já se perguntou como a nossa forma de perceber o mundo influencia a forma como trabalhamos? Hoje, vamos explorar uma corrente filosófica que revolucionou a maneira de entender a realidade e que tem um impacto direto na nossa prática profissional: a fenomenologia. Mas antes se inscreva no canal e dê um joinha! A fenomenologia, em poucas palavras, é a filosofia da experiência. Ela nos convida a voltarmos nossa atenção para aquilo que se apresenta à nossa consciência, para entendermos como construímos o mundo a nossa volta. O que é Fenomenologia? Edmund Husserl: Apresentar Husserl como o pai da fenomenologia e explicar sua ideia de "redução fenomenológica", ou seja, a suspensão de todos os pré-juízos para alcançar a essência das coisas. A importância da experiência: Enfatizar que, para a fenomenologia, a experiência vivida é o ponto de partida para a compreensão do mundo. A fenomenologia entende o sujeito como um ser ativo na construção de seu mundo. Isso significa que as pessoas não são apenas vítimas das circunstâncias, mas também agentes de transformação. A Fenomenologia e o Serviço Social. O sujeito da intervenção: Mostrar como a fenomenologia contribuiu para que o assistente social enxergasse o usuário não como um objeto de estudo, mas como um sujeito ativo na construção de sua própria realidade. A importância do diálogo: Destacar a importância do diálogo na relação entre profissional e usuário, como uma forma de construir um conhecimento compartilhado. A valorização da subjetividade: Explicar que a fenomenologia valoriza a subjetividade, ou seja, as vivências e percepções individuais, o que é fundamental para o trabalho com as pessoas. Pensadores da Fenomenologia e suas contribuições para o Serviço Social. Maurice Merleau-Ponty : Apresentar a noção de corpo como vivido e a importância da percepção para a construção do mundo. Martin Heidegger: Discutir a questão do ser e a importância da existência autêntica para a prática profissional. Jean-Paul Sartre: Apresentar a noção de liberdade e a responsabilidade individual. é valido lembrar, que as influências da fenomenologia no Serviço Social, também se articulavam com outros elementos filosóficos, sobre maneira o Personalismo e o Humanismo integral. Sobre esse último, proposto pelo filósofo Jacques Maritain, opondo-se a ideia de Humanismo proposta por Marx, resgata elementos neotomistas, para fundamentar uma doutrina social, preocupada com o homem. Assim, o Humanismo Integral propõe estabelecer uma metafísica cristã e reafirmar o primado da questão ontológica sobre a gnosiológica. Ou seja, o homem deve ser visto como pessoa, e suas ações devem ser concebidas dentro de uma perspectiva espiritual. a subjetividade apresenta-se como objeto central de investigação (em essência), distanciando-se do modelo naturalista das ciências sociais e humanas. Ou seja, a fenomenologia, visa descrever os fenômenos tais como são vividos. embora a fenomenologia se proponha ser para o Serviço Social e o entendimento da Questão Social uma nova proposta, as análises permanecem centradas no sujeito e nas formas como ele pode, individualmente, mudar a sua perspectiva em relação a realidade vivida. O homem e a forma como observa o mundo é o objeto de intervenção, portanto, ambas as análises teóricas se comprometem com a manutenção da ordem vigente e a invalidação da Questão Social , enquanto, um processo socialmente produzido, político, histórico, econômico, ideológico.

  • Pensamentos de Mary Ellen Richmond

    A obra de Mary Ellen Richmond é sem dúvidas uma das que mais influenciaram o Serviço Social no mundo. Produzida a partir dos vetores teóricos e ideológicos que fizeram parte do caldo cultural estadunidense na virada do século XIX para o XX, seus livros Diagnóstico social [Social Diagnosis] e O que é Serviço Social de Caso [What is Social Casework] foram traduzidos para vários idiomas - principalmente o primeiro, no qual a autora faz um esforço de apresentar a sua proposta metodológica para o Serviço Social. Segue trechos de seus livros: Visitantes amigáveis ​​e todos os que estão tentando melhorar as condições nos lares pobres devem acolher a experiência daqueles que estão estudando as condições do ofício e outros aspectos mais gerais das questões que afetam o bem-estar dos pobres. Mas não devem se permitir ser varridos por defensores entusiastas da reforma social daquela posição intermediária segura, que reconhece que o caráter está no centro desse complicado problema; caráter nos ricos, que devem aos pobres justiça, bem como misericórdia, e caráter nos pobres, que são senhores de seu destino em um grau maior do que eles reconhecerão. Ignorar a importância do caráter, e da disciplina que produz um caráter, é uma falha comum da filantropia moderna. Tanto os ricos quanto os pobres são retratados como vítimas de circunstâncias de uma ordem social errada. Um escritor político disse que, antigamente, quando nossos antepassados ​​ficavam insatisfeitos, eles iam mais adiante no deserto, mas agora, quando alguma coisa que dá errado, corremos gritando para Washington, pedindo uma legislação especial para nossos problemas. (RICHMOND, 1899, p. 8-9) 1] O socorro deve ser dado individual e privadamente no lar, e que o chefe da família deve ser consultado com todas as questões ao socorro relacionadas. (p. 149) [2] Devemos buscar as fontes de socorro mais naturais e menos oficiais, tendo em mente os laços de parentesco, amizade e vizinhança, e devemos evitar a multiplicação de fontes. (p. 153) [3] O socorro não apenas para aliviar o sofrimento presente, mas para promover o bem-estar futuro de quem o recebe. (p. 157) [4] Em vez de dar um pouco a muitos, devemos ajudar adequadamente àqueles que ajudamos. (p. 159) [5] Devemos ajudar os pobres a entender as relações corretas das coisas, declarando claramente nossas razões para dar ou reter o socorro e exigindo sua sincera cooperação em todos os esforços para sua melhoria. (p. 160) [6] Devemos encontrar a forma de socorro que melhor se ajuste à necessidade específica. (p. 162) Publicada em 1917, a principal obra de Richmond (1950), Diagnóstico social, levou 15 anos até a realização final. Configurou-se a partir de ampla investigação de natureza documental e junto a um significativo número de suas colaboradoras sobre o conteúdo e a forma das atividades desenvolvidas pelos agentes sociais no exercício de suas atribuições institucionais. Considerava a necessidade de reunir noções técnicas básicas e comuns de procedimento metodológico ao conjunto dos assistentes sociais extensivo àquelas que não estavam voltadas diretamente aos casos individuais, tomando como exemplo atividades como a Medicina e o Direito em suas diversidades de especializações. Em Diagnóstico Social Richmond (1950, p. 8) partilhava com os reformadores sociais da Europa e dos Estados Unidos o questionamento à prestação da assistência com base em critérios puramente econômicos e até repressivos, concordando com aqueles que, junto à necessidade de concessão de auxílios, “estudavam e desenvolviam as capacidades latentes desses indivíduos” (Idem, p. 8). RICHMOND, Mary Ellen. Friendly visiting among the poor : a handbook for charity workers. Nova York, Londres: Macmillan & CO, 1899. Tenha material completo de Mapas Mentais Clique aqui e saiba mais

  • Questão social e pobreza

    #questãosocial #serviçosocial #pobreza #políticaspúblicas A Questão Social e a Pobreza: Um Debate Complexo e Multifacetado A questão social e a pobreza são temas centrais nas discussões sobre as desigualdades sociais e as contradições do sistema capitalista. Ao longo da história, diversos autores e pensadores dedicaram-se a analisar e compreender a complexidade desses fenômenos, buscando desvendar suas causas e propor soluções para mitigá-los. A Questão Social: Um Conceito em Evolução O conceito de questão social, embora não seja unânime entre os estudiosos, refere-se, de forma geral, ao conjunto de problemas sociais que emergem das contradições do modo de produção capitalista. São expressões das desigualdades sociais, da exploração do trabalho e da exclusão social. Para José Paulo Netto , um dos principais teóricos do Serviço Social brasileiro, a questão social é um produto histórico e social, resultante da contradição entre capital e trabalho. Ele destaca que a pobreza, a desigualdade e a exclusão social são expressões concretas dessa questão, que se manifesta de formas diversas ao longo do tempo e do espaço. A Pobreza: Dimensões e Desigualdades A pobreza é uma das mais graves expressões da questão social. Ela se manifesta de diversas formas, envolvendo não apenas a falta de recursos materiais, mas também a privação de direitos e oportunidades. Amartya Sen , economista indiano e Prêmio Nobel, propõe uma concepção ampliada de pobreza, que vai além da mera falta de renda. Para Sen, a pobreza deve ser entendida como a privação de capacidades humanas, ou seja, a incapacidade de realizar determinadas funções e alcançar determinados objetivos na vida. Maria da Conceição Tavares , economista brasileira, destaca a importância de analisar a pobreza sob uma perspectiva multidimensional, considerando não apenas os aspectos econômicos, mas também os sociais, culturais e políticos. Ela argumenta que a pobreza é um fenômeno complexo e multifacetado, que exige políticas públicas integradas e capazes de atuar sobre as diversas dimensões da desigualdade. Causas da Pobreza As causas da pobreza são múltiplas e interligadas, envolvendo fatores históricos, econômicos, sociais, políticos e culturais. Entre os principais fatores, podemos destacar: Desigualdade na distribuição de renda:  A concentração de renda nas mãos de uma pequena parcela da população é um dos principais fatores que geram e perpetuam a pobreza. Desemprego e subemprego:  A falta de oportunidades de trabalho com remuneração adequada impede que as pessoas garantam uma vida digna. Falta de acesso a serviços básicos:  A ausência de acesso à educação, saúde, saneamento básico e outros serviços essenciais limita as oportunidades de desenvolvimento humano. Discriminação:  A discriminação por raça, gênero, orientação sexual, idade e outras características marginaliza grupos sociais e dificulta seu acesso a recursos e oportunidades. Crises econômicas:  As crises econômicas podem gerar desemprego, inflação e retração da economia, agravando a situação de pobreza. Atuação do Serviço Social na Questão Social e na Pobreza O Serviço Social tem um papel fundamental no enfrentamento da questão social e da pobreza. Os assistentes sociais atuam em diversas frentes, buscando: Identificar  e atender as necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade social; Promover  a inclusão social e a cidadania; Defender  os direitos sociais; Fortalecer  as redes de proteção social; Construir  políticas públicas mais justas e equitativas. Conclusões A questão social e a pobreza são desafios complexos que exigem ações coordenadas e integradas de diversos setores da sociedade. É fundamental que os profissionais do Serviço Social, juntamente com outros atores sociais, se dediquem à construção de um mundo mais justo e igualitário, onde todos tenham a oportunidade de desenvolver suas potencialidades e viver com dignidade. Para aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugiro que você consulte as obras de: José Paulo Netto Marilda Iamamoto Maria da Conceição Tavares Amartya Sen Milton Santos A questão social e a pobreza são temas centrais nos estudos das ciências sociais e estão profundamente entrelaçados com a análise das estruturas econômicas, políticas e culturais que moldam as sociedades. A compreensão desses fenômenos exige uma abordagem multidisciplinar, que considera tanto os aspectos históricos quanto as dinâmicas contemporâneas que perpetuam as desigualdades. Neste texto, exploraremos a questão social e a pobreza, dialogando com importantes autores e teorias que contribuíram para o entendimento dessas problemáticas. A Questão Social: Conceito e Evolução A questão social pode ser definida como o conjunto de problemas decorrentes das contradições e desigualdades inerentes ao modo de produção capitalista. Ela emerge como um conceito-chave para explicar as tensões e conflitos sociais resultantes das transformações econômicas e da urbanização, especialmente a partir do século XIX. Karl Marx, um dos principais teóricos a abordar a questão social, argumenta que a exploração da classe trabalhadora pela burguesia no sistema capitalista gera desigualdades profundas. Em sua obra "O Capital" (1867), Marx descreve como a acumulação de riqueza por uma minoria depende da exploração da força de trabalho de uma maioria, criando uma divisão de classes que está na raiz da questão social. Para Marx, a pobreza e as condições precárias de vida dos trabalhadores são uma consequência direta da acumulação capitalista e das relações desiguais de poder que ela engendra. Outro autor relevante para o entendimento da questão social é Émile Durkheim. Embora Durkheim tenha uma perspectiva diferente de Marx, ele também reconhece a questão social como um problema central na sociedade moderna. Em "Da Divisão do Trabalho Social" (1893), Durkheim argumenta que o avanço da divisão do trabalho, característico da sociedade industrial, pode levar à anomia – uma condição em que as normas sociais se enfraquecem, resultando em desintegração social e aumento da desigualdade. Para Durkheim, a questão social está relacionada à necessidade de criar novos laços de solidariedade para mitigar os efeitos desestabilizadores da modernização. No Brasil, autores como José de Souza Martins e Florestan Fernandes contribuíram significativamente para a análise da questão social. José de Souza Martins, em obras como "A Sociabilidade do Homem Simples" (1992), explora as manifestações da questão social no Brasil, enfatizando como as desigualdades estruturais e as relações de poder se refletem na vida cotidiana das classes populares. Florestan Fernandes, por sua vez, em "A Revolução Burguesa no Brasil" (1975), analisa a questão social no contexto da transição do Brasil de uma sociedade agrária para uma sociedade industrial, destacando as dificuldades de inclusão social enfrentadas por vastos segmentos da população. A Pobreza como Expressão da Questão Social A pobreza é uma das expressões mais evidentes e dramáticas da questão social. Ela se manifesta de diversas formas – falta de acesso a recursos materiais, exclusão dos serviços básicos, vulnerabilidade econômica e social, e violação de direitos fundamentais. A pobreza não é apenas uma condição de carência material, mas também um fenômeno multidimensional, que reflete as complexas relações de poder e desigualdade que permeiam a sociedade. Amartya Sen, um dos mais influentes economistas contemporâneos, oferece uma visão ampliada da pobreza em sua obra "Desenvolvimento como Liberdade" (1999). Para Sen, a pobreza deve ser entendida como uma privação de capacidades, ou seja, a falta de liberdade para as pessoas viverem vidas que valorizam. Ele argumenta que a pobreza não é apenas a falta de renda, mas também a ausência de oportunidades para alcançar uma vida digna e plena. Essa abordagem amplia a compreensão da questão social, destacando a importância de se considerar as múltiplas dimensões da privação e da desigualdade. No contexto brasileiro, a obra de Celso Furtado é fundamental para a análise da pobreza como expressão da questão social. Em "Formação Econômica do Brasil" (1959), Furtado analisa o desenvolvimento econômico do Brasil e suas consequências para as desigualdades regionais e sociais. Ele argumenta que o processo de modernização econômica no país, longe de reduzir as desigualdades, muitas vezes as exacerba, perpetuando a pobreza em vastos setores da população. A relação entre pobreza e políticas públicas também é um aspecto crucial no debate sobre a questão social. A partir da segunda metade do século XX, especialmente após a Segunda Guerra Mundial, o Estado de bem-estar social (welfare state) se consolidou em muitos países como uma resposta à questão social, buscando mitigar os efeitos mais extremos da pobreza através de políticas redistributivas e programas sociais. No Brasil, o reconhecimento da pobreza como um problema social a ser enfrentado pelo Estado se fortaleceu com a Constituição de 1988, que estabeleceu a seguridade social como um direito de todos os cidadãos. No entanto, como argumenta Marilda Villela Iamamoto em "O Serviço Social na Contemporaneidade" (2007), o combate à pobreza e à questão social no Brasil enfrenta inúmeros desafios, especialmente em contextos de retração do Estado e avanço de políticas neoliberais. Iamamoto destaca que, em períodos de crise econômica e de ajuste fiscal, os programas sociais tendem a ser desmantelados ou enfraquecidos, o que agrava a situação das populações vulneráveis e perpetua a pobreza. A Pobreza e as Políticas Neoliberais As políticas neoliberais, que ganharam força a partir dos anos 1980, têm um impacto significativo sobre a questão social e a pobreza. Autores como David Harvey, em "O Neoliberalismo: História e Implicações" (2005), argumentam que o neoliberalismo, ao promover a desregulamentação dos mercados, a redução do papel do Estado e a flexibilização das relações de trabalho, intensifica as desigualdades sociais e agrava a pobreza. Harvey aponta que o neoliberalismo tende a concentrar a riqueza nas mãos de poucos, ao mesmo tempo em que precariza as condições de vida da maioria da população. No Brasil, a implementação de políticas neoliberais a partir dos anos 1990, como a privatização de empresas estatais e a reforma do sistema previdenciário, teve efeitos profundos na questão social. Como destaca Leda Paulani em "Brasil Delivery: Servidão Financeira e Estado de Emergência Econômica" (2008), essas políticas aprofundaram as desigualdades e ampliaram a pobreza, ao mesmo tempo em que fragilizaram as redes de proteção social. A autora argumenta que, em um contexto de crise econômica e de ajuste fiscal, a questão social tende a ser negligenciada, com graves consequências para a população mais vulnerável. Pobreza e Exclusão Social: Uma Perspectiva Contemporânea Na contemporaneidade, a questão social e a pobreza são exacerbadas por novos fenômenos, como a globalização, a precarização do trabalho e as crises econômicas. Zygmunt Bauman, em "Globalização: As Consequências Humanas" (1998), analisa como a globalização, ao mesmo tempo em que promove a integração dos mercados, também gera novas formas de exclusão social e pobreza. Bauman argumenta que a globalização acentua a insegurança econômica e a fragmentação social, criando um "exército de reserva" de trabalhadores precários e marginalizados. A exclusão social, conceito central na obra de Bauman, é vista como uma das formas mais extremas de manifestação da pobreza. Para Bauman, a exclusão social não é apenas econômica, mas também simbólica e cultural, refletindo a perda de status e de pertencimento na sociedade. Aqueles que são excluídos se tornam "descartáveis", sem acesso a oportunidades e relegados a uma existência à margem da vida social. Pierre Bourdieu, em "A Miséria do Mundo" (1993), também contribui para a compreensão da pobreza e da exclusão social, analisando as experiências de sofrimento e humilhação vividas por aqueles que estão em situação de vulnerabilidade. Bourdieu argumenta que a pobreza não se resume à privação material, mas envolve também a perda de dignidade e a desvalorização das identidades sociais. A obra de Bourdieu destaca a importância de considerar as dimensões simbólicas e subjetivas da pobreza, que muitas vezes são invisibilizadas pelas abordagens tradicionais. Conclusão A questão social e a pobreza são fenômenos complexos e multifacetados, que exigem uma abordagem crítica e interdisciplinar para serem compreendidos em toda a sua profundidade. A análise dos autores discutidos neste texto – de Karl Marx a Pierre Bourdieu, passando por Amartya Sen , Celso Furtado , David Harvey, Zygmunt Bauman, entre outros – revela que a pobreza não é apenas uma questão de carência material, mas está intrinsecamente ligada às estruturas de poder, às políticas econômicas e às dinâmicas culturais que moldam a sociedade. A pobreza, como expressão da questão social, deve ser enfrentada através de políticas públicas inclusivas e de um compromisso ético com a justiça social. Em um mundo marcado por desigualdades crescentes e por crises econômicas, a luta contra a pobreza e a exclusão social permanece uma tarefa urgente e fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa. Gostaria de discutir algum desses autores ou aprofundar algum aspecto específico da questão social e da pobreza? 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  • Resumo do livro Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais

    "Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais"  de Marilda Villela Iamamoto é uma obra fundamental para a compreensão do Serviço Social, especialmente no que se refere ao papel do assistente social na defesa dos direitos sociais e na prática profissional. O livro oferece uma análise profunda sobre como o Serviço Social se relaciona com as lutas sociais e os desafios contemporâneos, enfocando as competências necessárias para o exercício da profissão. A seguir, um resumo detalhado dos principais pontos discutidos no livro: 1. Contextualização Histórica e Social Evolução do Serviço Social : Iamamoto inicia o livro contextualizando o Serviço Social no Brasil, abordando sua evolução histórica em resposta às transformações econômicas, políticas e sociais. Ela destaca como a profissão surgiu e se consolidou como uma resposta às necessidades sociais decorrentes das desigualdades estruturais. Direitos Sociais no Brasil : A autora examina a trajetória dos direitos sociais no país, mostrando como estes foram conquistados ao longo do tempo, especialmente a partir da Constituição de 1988. Ela enfatiza que a luta por direitos é uma constante no trabalho do assistente social. 2. Direitos Sociais como Eixo da Prática Profissional Natureza dos Direitos Sociais : Iamamoto explora o conceito de direitos sociais, que incluem o acesso à educação, saúde, moradia, trabalho, entre outros. Ela argumenta que esses direitos são fundamentais para a garantia da cidadania plena e que a defesa desses direitos é uma das principais funções do assistente social. Defesa e Promoção de Direitos : O livro destaca a responsabilidade do assistente social na defesa e promoção dos direitos sociais, especialmente em um contexto de retrocessos e ataques às políticas públicas. Iamamoto enfatiza que a prática do assistente social deve ser orientada pela busca da equidade e da justiça social. 3. Competências Profissionais no Serviço Social Conceito de Competências : Competências são entendidas como um conjunto integrado de conhecimentos, habilidades e atitudes que permitem ao assistente social atuar de forma eficaz e ética na defesa dos direitos sociais. A autora divide essas competências em três categorias principais: técnicas, teóricas e ético-políticas. Competências Técnicas : Referem-se às habilidades práticas necessárias para a atuação do assistente social, como a capacidade de realizar diagnósticos sociais, planejar e implementar programas sociais, e manejar recursos institucionais. Competências Teóricas : Envolvem o domínio dos fundamentos teóricos do Serviço Social, incluindo a compreensão crítica da realidade social e das dinâmicas de poder que estruturam a sociedade. Iamamoto sublinha a importância de uma formação sólida em teoria social para a prática profissional. Competências Ético-Políticas : Relacionam-se ao compromisso do assistente social com os princípios éticos da profissão, como a defesa dos direitos humanos, a promoção da justiça social e a luta contra todas as formas de opressão. A autora argumenta que essas competências são essenciais para uma prática profissional comprometida com a transformação social. 4. A Questão Social e a Intervenção Profissional Entendimento da Questão Social : A autora discute a "questão social" como um conjunto de problemas sociais decorrentes das desigualdades estruturais da sociedade capitalista. Ela argumenta que a intervenção do assistente social deve estar orientada para enfrentar essas expressões da questão social. Estratégias de Intervenção : O livro apresenta diferentes estratégias de intervenção que podem ser utilizadas pelos assistentes sociais, como o trabalho com comunidades, a articulação de redes de proteção social e a defesa de políticas públicas inclusivas. Iamamoto enfatiza que essas intervenções devem ser orientadas por um compromisso ético com a promoção dos direitos sociais. 5. Ética Profissional e Compromisso Político Fundamentos Éticos do Serviço Social : A ética é apresentada como o alicerce da prática do assistente social. Iamamoto discute os princípios éticos que devem orientar a profissão, como o respeito à dignidade humana, a promoção da justiça social e o compromisso com a emancipação dos sujeitos. Projeto Ético-Político : A autora argumenta que o Serviço Social deve ser guiado por um projeto ético-político comprometido com a defesa dos direitos sociais e com a transformação das condições de vida dos grupos mais vulneráveis. Esse projeto é visto como essencial para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. 6. Desafios Contemporâneos para o Serviço Social Impacto das Transformações Sociais : Iamamoto analisa como as transformações recentes na economia e na política, especialmente as políticas neoliberais, impactam o trabalho dos assistentes sociais. Ela discute como a precarização do trabalho, a redução dos direitos sociais e o desmonte das políticas públicas criam novos desafios para a profissão. Resistência e Mobilização : Em resposta a esses desafios, a autora enfatiza a necessidade de resistência e mobilização por parte dos assistentes sociais. Ela argumenta que a categoria profissional deve se engajar nas lutas sociais e defender ativamente os direitos sociais em todos os espaços de atuação. 7. Formação Continuada e Desenvolvimento Profissional Importância da Formação Continuada : O livro destaca a necessidade de formação continuada para os assistentes sociais, como forma de garantir que eles estejam sempre atualizados e preparados para lidar com as novas demandas da prática profissional. Iamamoto sugere que a formação continuada deve integrar o desenvolvimento das competências técnicas, teóricas e ético-políticas. Desenvolvimento de Competências : A autora discute como o desenvolvimento das competências profissionais deve ser um processo contínuo, que se inicia na formação acadêmica e se estende ao longo da carreira. Ela enfatiza que a prática reflexiva e a pesquisa são fundamentais para o aprimoramento profissional. 8. Conclusão Integração de Saberes : O livro conclui reafirmando a importância da integração entre saberes teóricos, técnicos e ético-políticos na prática do Serviço Social. Iamamoto argumenta que essa integração é essencial para que os assistentes sociais possam atuar de forma eficaz e ética na defesa dos direitos sociais. Compromisso com a Transformação Social : A autora encerra a obra com um apelo ao compromisso dos assistentes sociais com a transformação social e a defesa dos direitos humanos. Ela reitera que o Serviço Social deve ser uma prática comprometida com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Reflexões Finais Serviço Social como Prática Emancipatória : Iamamoto reafirma o papel do Serviço Social como uma prática emancipatória, que deve contribuir para a superação das desigualdades sociais e para a promoção de uma sociedade mais justa. Engajamento Social e Político : A autora chama os assistentes sociais a se engajarem ativamente nas lutas sociais e políticas, defendendo os direitos sociais e construindo alianças com outros movimentos sociais. Este resumo detalhado apresenta uma visão abrangente dos principais temas e reflexões do livro "Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais". A obra é essencial para compreender as competências necessárias para o exercício do Serviço Social e o compromisso ético-político que deve orientar a prática profissional. Adquira agora mesmo o Super Combo do Assistente Social e tenha acesso a materiais completos e atualizados que te ajudarão a dominar os conteúdos teóricos e práticos da profissão, além de se preparar para concursos. Não perca essa oportunidade de impulsionar sua carreira! Clique aqui e saiba mais

  • Resumo detalhado do livro O Serviço Social na Contemporaneidade: Trabalho e Formação Profissional

    "O Serviço Social na Contemporaneidade: Trabalho e Formação Profissional" , de Marilda Villela Iamamoto, é uma obra essencial para entender o Serviço Social no contexto das mudanças econômicas, políticas e sociais das últimas décadas. O Serviço Social na Contemporaneidade. A autora explora como essas transformações impactam o trabalho dos assistentes sociais e a formação profissional na área. A seguir, um resumo detalhado do livro: 1. Introdução ao Contexto Contemporâneo Globalização e Neoliberalismo : O livro começa com uma análise das mudanças estruturais globais, como a globalização e o neoliberalismo, que promovem a reestruturação do capital e das relações de trabalho. Essas mudanças trazem consigo a intensificação da precarização do trabalho e o aumento das desigualdades sociais. Questão Social : Iamamoto revisita o conceito de "questão social", destacando como as expressões da desigualdade, pobreza e exclusão são intensificadas nesse novo contexto. A questão social é vista como um campo de atuação central para os assistentes sociais. 2. A Natureza do Trabalho do Assistente Social Trabalho e Serviço Social : A autora explora a especificidade do trabalho do assistente social, destacando-o como uma prática inserida no processo de reprodução das relações sociais. O trabalho do assistente social é visto como mediador entre o Estado e a sociedade civil, na implementação de políticas públicas e na defesa dos direitos sociais. Dimensões do Trabalho Profissional : Iamamoto discute as diferentes dimensões do trabalho do assistente social: técnica, política e ética. Essas dimensões são interdependentes e constituem a base para uma prática profissional crítica e comprometida com a transformação social. 3. Formação Profissional em Serviço Social História e Desenvolvimento da Formação : O livro traça um histórico da formação em Serviço Social no Brasil, mostrando como ela evoluiu ao longo do tempo. A autora enfatiza a importância de uma formação que combine teoria crítica e prática, de forma a capacitar os profissionais para atuarem em contextos complexos e dinâmicos. Currículo e Educação : Há uma crítica ao currículo tradicional, que muitas vezes separa teoria e prática de forma rígida. Iamamoto defende uma formação integrada, onde a teoria crítica serve como base para a prática profissional, permitindo aos assistentes sociais compreenderem e intervirem nas realidades em que atuam. O Serviço Social na Contemporaneidade 4. Desafios Contemporâneos para o Serviço Social Precarização e Desmonte das Políticas Sociais : Iamamoto aborda os desafios enfrentados pelos assistentes sociais diante da precarização do trabalho e do desmonte das políticas sociais, intensificados pelo neoliberalismo. Esses processos colocam em risco a efetividade das políticas públicas e a garantia dos direitos sociais. Resistência e Luta Política : Diante desses desafios, a autora destaca a importância da resistência política e da luta pela ampliação dos direitos sociais. O assistente social é visto como um agente de transformação, que deve articular sua prática profissional com os movimentos sociais e as lutas por justiça social. 5. Ética e Compromisso Político Projeto Ético-Político do Serviço Social : A ética profissional é central na obra, sendo vista como o alicerce para um compromisso político com a emancipação humana. Iamamoto defende um projeto ético-político que seja coerente com os princípios da justiça social, igualdade e defesa dos direitos humanos. Autonomia e Crítica : A autora discute a necessidade de autonomia crítica por parte dos assistentes sociais, para que possam questionar as políticas públicas e os programas sociais impostos pelo Estado e pelo mercado. Essa autonomia é fundamental para que o assistente social possa atuar de forma ética e comprometida com a transformação social. 6. Perspectivas para o Futuro Fortalecimento da Formação e da Prática : Para enfrentar os desafios do contexto contemporâneo, Iamamoto propõe o fortalecimento da formação profissional e da prática crítica do Serviço Social. Isso inclui a valorização da pesquisa e da produção de conhecimento na área, bem como a articulação com outras disciplinas e campos de saber. Construção de Novos Caminhos : A obra conclui com um chamado à construção de novos caminhos para o Serviço Social, baseados na solidariedade, na defesa dos direitos sociais e na busca por uma sociedade mais justa e igualitária. Conclusão Integração entre Teoria e Prática : O livro reafirma a importância da integração entre teoria e prática na formação e no trabalho dos assistentes sociais. Essa integração é vista como crucial para uma atuação profissional que seja crítica, reflexiva e capaz de contribuir para a transformação social. Compromisso com a Emancipação Humana : Iamamoto finaliza ressaltando o compromisso ético-político do Serviço Social com a emancipação humana e a luta por uma sociedade mais justa. Ela propõe uma prática profissional que vá além do assistencialismo e se engaje na construção de políticas públicas inclusivas e transformadoras. Este resumo detalhado oferece uma visão abrangente dos principais temas e reflexões presentes na obra "O Serviço Social na Contemporaneidade: Trabalho e Formação Profissional", que se destaca como um marco teórico para a compreensão e prática do Serviço Social no Brasil contemporâneo. Quer todos os materiais do site mapasmentaissocial por um preço justo? Acesse o link abaixo e tenha acesso ao Super Combo: https://www.mapasmentaissocial.com/supercombo

  • Principais livros da autora Marilda Villela Iamamoto

    Marilda Villela Iamamoto é uma renomada autora e pesquisadora brasileira, conhecida por suas contribuições ao Serviço Social. livros da autora Marilda Villela Iamamoto. Alguns dos livros mais importantes de sua obra são: "O Serviço Social na Contemporaneidade: Trabalho e Formação Profissional"  (2007) - Este livro é um dos mais conhecidos de Marilda Iamamoto e aborda a formação profissional e o trabalho do assistente social no contexto contemporâneo. "Relações Sociais e Serviço Social no Brasil: Esboço de uma Interpretação Histórico-Metodológica"  (1982) - Nesta obra, Iamamoto, junto com Raul de Carvalho, discute as relações sociais no Brasil e o desenvolvimento do Serviço Social no país. "Renovação e Conservadorismo no Serviço Social"  (2004) - Este livro discute as tendências conservadoras e as correntes renovadoras que influenciaram o Serviço Social no Brasil. "Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais"  (2009) - Este livro examina a atuação do assistente social em um contexto de defesa dos direitos sociais. "O Serviço Social na Contemporaneidade: Trabalho e Formação Profissional"  (2007) - Uma obra que explora as mudanças no trabalho e na formação dos assistentes sociais diante das transformações contemporâneas. Estes são alguns dos livros mais significativos de Marilda Villela Iamamoto, que tem sido uma figura central no desenvolvimento teórico do Serviço Social no Brasil. Super Combo da Assistente Social Clique aqui e saiba mais https://www.mapasmentaissocial.com/supercombo

  • Principais Autores do Serviço Social: Uma Visão Geral

    Principais Autores do Serviço Social: Uma Visão Geral O Serviço Social, enquanto profissão e área de conhecimento, possui uma rica história e uma diversidade de autores que contribuíram para sua construção e desenvolvimento. A seguir, apresentaremos alguns dos principais nomes e suas contribuições, com o objetivo de fornecer uma visão geral sobre a trajetória teórica e prática dessa área. Principais Autores do Serviço Social Observação:  A escolha dos autores a seguir é baseada em sua relevância histórica, influência nas discussões contemporâneas e na frequência com que são citados em pesquisas e trabalhos acadêmicos. É importante ressaltar que esta é apenas uma seleção e que muitos outros autores importantes poderiam ser mencionados. Autores Clássicos e Fundadores Mary Richmond:  Considerada uma das fundadoras do Serviço Social, Richmond desenvolveu o método da investigação social, que buscava compreender as situações individuais e familiares para a intervenção profissional. Seu livro "Social Diagnosis" (Diagnóstico Social) é um marco na história da profissão. Jane Addams:  Além de ser uma ativista social, Jane Addams fundou a Hull House, um dos primeiros centros comunitários nos Estados Unidos. Sua obra enfatiza a importância da ação social e da organização comunitária para a transformação social. Autores da Reconceptualização do Serviço Social Netto:  Um dos principais nomes da reconceptualização do Serviço Social no Brasil, Netto contribuiu para a construção de uma identidade profissional crítica e comprometida com a transformação social. Suas obras abordam a questão da ética profissional e a importância da teoria marxista para o Serviço Social. Iamamoto:  Marcada por uma análise crítica das relações sociais e da questão social, Iamamoto é uma das autoras mais influentes do Serviço Social brasileiro. Seus trabalhos abordam a relação entre Estado, sociedade e Serviço Social, além de discutir a questão da profissionalização e do trabalho do assistente social. Outros Autores Relevantes Maria Carvalho:  Destacada por suas contribuições para a análise da questão social no Brasil, Maria Carvalho desenvolveu uma perspectiva crítica sobre a política social e a atuação do Estado. Faleiros:  Conhecido por suas análises sobre a história do Serviço Social e a relação entre a profissão e o Estado, Faleiros é um importante referencial para a compreensão da trajetória da área no Brasil. Mitchel:  Autora norte-americana, Mitchel contribuiu para a discussão sobre a relação entre gênero e Serviço Social, enfatizando a importância de analisar as desigualdades de gênero nas práticas profissionais. Autores Contemporâneos Autores que abordam temas como: Direitos humanos:  Ana Maria Carvalho, Maria Luiza Silveira Saúde:  Maria do Carmo Soares, Maria Inês Toledo Educação:  Maria Teresa Maldonado, Regina Machado Trabalho:  Maria José Sá, Maria Lúcia Ramos Política social:  Betânia Barros, Maria Cecília Minayo Observação:  A lista acima não é exaustiva e muitos outros autores importantes poderiam ser mencionados. A escolha dos autores depende do enfoque da pesquisa e do interesse do leitor. Para aprofundar seus conhecimentos sobre os autores do Serviço Social, sugiro que você consulte as seguintes fontes: Livros:  Procure por obras de autores clássicos e contemporâneos, como as já mencionadas. Artigos científicos:  Consulte revistas especializadas em Serviço Social para encontrar artigos que discutem as contribuições de diferentes autores. Teses e dissertações:  Muitas pesquisas acadêmicas abordam a produção de autores específicos ou as diferentes correntes teóricas do Serviço Social. Plataformas digitais:  Utilize bases de dados como a SciELO para encontrar artigos e livros sobre o tema. Palavras-chave:  Serviço Social, autores, história, teoria, prática, Brasil. Facilite seus estudos com resumos e mapas mentais https://www.mapasmentaissocial.com/supercombo

  • Risco Social: Um Olhar Crítico para o Assistente Social

    Risco Social: Um Olhar Crítico para o Assistente Social O que é Risco Social? Você já se perguntou o que significa o termo "risco social" tão presente no nosso dia a dia profissional? Em linhas gerais, o risco social se refere à probabilidade de um indivíduo ou grupo social enfrentar situações de vulnerabilidade e exclusão, como pobreza, desemprego, violência, discriminação e falta de acesso a serviços básicos. Mas, para além dessa definição simples, o conceito de risco social é complexo e multifacetado, envolvendo diversas dimensões sociais, econômicas e políticas. O que os principais autores dizem sobre o risco social? Risco Social: Um Olhar Crítico para o Assistente Social Diversos autores têm se debruçado sobre o tema do risco social, oferecendo diferentes perspectivas e abordagens. Alguns dos principais nomes nesse debate são: Ulrich Beck:  O sociólogo alemão introduziu o conceito de "sociedade de risco", destacando como a modernização e o desenvolvimento tecnológico geram novos riscos para a sociedade. Para Beck, os riscos se tornaram uma característica intrínseca da vida moderna, afetando a todos de forma mais ou menos intensa. Robert Castel:  O sociólogo francês, por sua vez, se concentrou no estudo das transformações do mundo do trabalho e seus impactos sobre a proteção social. Castel analisou como as mudanças nas relações de trabalho e a precarização do emprego aumentam a vulnerabilidade social de grandes contingentes populacionais. Amartya Sen:  O economista indiano, ganhador do Prêmio Nobel, desenvolveu a teoria das capacidades, que busca entender o desenvolvimento humano a partir das liberdades que as pessoas têm para alcançar seus objetivos de vida. Sen argumenta que a pobreza deve ser vista como privação de capacidades básicas, e não apenas como falta de renda. O que isso significa para o Assistente Social? Compreender o conceito de risco social é fundamental para a prática profissional do assistente social. Ao identificar os fatores de risco que acometem os usuários, o profissional pode desenvolver ações mais eficazes e adequadas para promover a inclusão social e o bem-estar. Algumas questões que o assistente social pode se fazer ao analisar uma situação de risco social: Quais são os fatores que tornam esse indivíduo ou grupo social vulnerável? Quais são as políticas públicas existentes para enfrentar essa situação? Como posso contribuir para fortalecer a rede de proteção social desse indivíduo ou grupo? Quais são as possibilidades de empoderamento e autonomia desse indivíduo ou grupo? Em resumo: O risco social é um conceito complexo e multidimensional que exige uma análise crítica e aprofundada por parte do assistente social. Ao compreender as diferentes dimensões do risco social e as contribuições dos principais autores, o profissional estará mais bem preparado para atuar de forma ética e competente na defesa dos direitos sociais e na promoção da justiça social. Adquira agora mesmo o Super Combo do Assistente Social  e tenha acesso a materiais completos e atualizados que te ajudarão a dominar os conteúdos teóricos e práticos da profissão, além de se preparar para concursos. Não perca essa oportunidade de impulsionar sua carreira! clique aqui! Gostou deste post? Compartilhe com seus colegas de profissão e deixe seus comentários! #riscosocial #assistentesocial #servicosocialsemfoco #politicaspublicas #inclusãosocial

  • Uso dos conectivos para relatório social

    Quando se elabora um relatório social, relatório circunstancial , laudo social para que haja fluidez no texto, faz necessário o uso dos conectivos. CONECTIVOS: Em primeiro lugar, antes de mais nada, antes de tudo, em princípio, primeiramente, acima de tudo, principalmente, primordialmente, sobretudo, precipuamente. Conectivos de continuidade e tempo Os conectivos de continuidade e tempo situam o leitor na sucessão dos acontecimentos ou das ideias. CONECTIVOS: Então, enfim, logo, logo depois, imediatamente, logo após, a princípio, no momento em que, pouco antes, pouco depois, anteriormente, posteriormente, em seguida, afinal, por fim, finalmente, agora, atualmente, hoje, frequentemente, constantemente, às vezes, eventualmente, por vezes, ocasionalmente, sempre, raramente, não raro, ao mesmo tempo, simultaneamente, nesse ínterim, nesse meio tempo, nesse hiato, enquanto, quando, antes que, depois que, logo que, sempre que, assim que, desde que, todas às vezes que, cada vez que, apenas, já, mal, nem bem. Quando se elabora um relatório social, relatório circunstancial , laudo social para que haja fluidez no texto, faz necessário o uso dos conectivos. Conectivos de comparação, semelhança ou conformidade Utilizamos os conectivos de comparação, semelhança ou conformidade para estabelecer uma relação com uma ideia ou um conceito que já foi apresentado anteriormente no texto. CONECTIVOS: Igualmente, da mesma forma, assim também, do mesmo modo, similarmente, semelhantemente, analogamente, por analogia, de maneira idêntica, de conformidade com, de acordo com, segundo, conforme, sob o mesmo ponto de vista, tal qual, tanto quanto, como, assim como, como se, bem como. Adquira agora mesmo o Super Combo do Assistente Social e tenha acesso a materiais completos e atualizados que te ajudarão a dominar os conteúdos teóricos e práticos da profissão, além de se preparar para concursos. Não perca essa oportunidade de impulsionar sua carreira! clique aqui e saiba mais!

  • O Documento de Sumaré: um Marco na História do Serviço Social

    A fenomenologia surge para o Serviço Social durante o processo de reflexão da profissão trazido pelo Movimento de Reconceituação da profissão. Com características marcantes advindas de uma forma positivista de compreensão da realidade, aparece pela primeira vez no documento do Seminário de Sumaré. O Documento de Sumaré: Um Marco na História do Serviço Social O Documento de Sumaré  representa um ponto de inflexão na trajetória do Serviço Social brasileiro. Produzido em 1978, durante um período de intensa mobilização política e social, esse documento sintetizou as discussões e debates que vinham ocorrendo na categoria profissional e lançou as bases para uma nova prática profissional, mais crítica e comprometida com a transformação social. O Contexto Histórico A década de 1970 foi marcada por um cenário político conturbado no Brasil, com a intensificação da luta contra a ditadura militar. Nesse contexto, os assistentes sociais passaram a questionar a prática tradicional da profissão, que se baseava em uma visão conservadora e individualizante dos problemas sociais. As Principais Ideias do Documento de Sumaré O Documento de Sumaré propôs uma ruptura com a prática tradicional do Serviço Social, defendendo uma nova perspectiva que valorizasse: A análise crítica da realidade social:  O documento incentivava os assistentes sociais a compreenderem as causas estruturais dos problemas sociais, como a desigualdade social, a pobreza e a exclusão. O compromisso com a transformação social:  Os assistentes sociais deveriam atuar como agentes de mudança, buscando transformar as condições de vida da população e construir uma sociedade mais justa e igualitária. A utilização de métodos e técnicas adequados:  O documento defendia a utilização de métodos e técnicas que permitissem uma intervenção profissional mais eficaz e relevante para a realidade social. A importância da ética profissional:  A ética profissional foi destacada como um princípio fundamental para a prática do Serviço Social, orientando a atuação dos assistentes sociais em direção à defesa dos direitos humanos e da cidadania. O Legado do Documento de Sumaré O Documento de Sumaré teve um impacto significativo na história do Serviço Social brasileiro. Ele contribuiu para: A consolidação de uma identidade profissional crítica:  O documento fortaleceu a identidade profissional dos assistentes sociais, que passaram a se reconhecer como agentes de transformação social. A renovação das práticas profissionais:  As ideias contidas no documento influenciaram a elaboração de projetos e programas sociais mais adequados às necessidades da população. A intensificação do debate teórico e político na categoria:  O Documento de Sumaré estimulou a produção de conhecimentos e a discussão de temas relevantes para a prática profissional. A Relevância do Documento de Sumaré nos Dias Atuais Apesar de ter sido produzido há mais de quatro décadas, o Documento de Sumaré continua sendo uma referência importante para os assistentes sociais. As ideias nele contidas são ainda mais relevantes no contexto atual, marcado por profundas desigualdades sociais e pela intensificação das lutas por direitos. O Documento de Sumaré nos lembra da importância de: Manter um olhar crítico sobre a realidade social Defender os direitos humanos e a cidadania Construir uma sociedade mais justa e igualitária Para aprofundar seus conhecimentos sobre o Documento de Sumaré e a história do Serviço Social, recomendamos a leitura de artigos científicos e livros especializados sobre o tema. Gostou deste artigo? Compartilhe com seus colegas de profissão e ajude a difundir a história e a importância do Documento de Sumaré! Adquira agora mesmo o Super Combo do Assistente Social  e tenha acesso a materiais completos e atualizados que te ajudarão a dominar os conteúdos teóricos e práticos da profissão, além de se preparar para concursos. Não perca essa oportunidade de impulsionar sua carreira! Clique aqui e saiba mais #DocumentodeSumaré #ServiçoSocial #HistóriaDoServiçoSocial #TransformaçãoSocial

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