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  • A teoria crítica, como um dos pilares do Serviço Social

    A Teoria Crítica: Uma Ferramenta Essencial para o Assistente Social A teoria crítica, como um dos pilares do Serviço Social, oferece uma lente poderosa para analisar a complexidade das questões sociais.  Ao invés de simplesmente descrever os problemas, a teoria crítica busca compreender as raízes históricas, sociais e econômicas que os geram. Mas o que isso significa na prática? Imagine a desigualdade social: a teoria crítica não se limita a apontar as diferenças de renda, mas indaga sobre as estruturas de poder que as perpetuam. Ela nos convida a questionar por que algumas pessoas têm mais oportunidades do que outras, e como essas desigualdades se manifestam em diversas esferas da vida. Ao adotar a perspectiva da teoria crítica, o assistente social: Vai além da superficialidade:  Ao invés de tratar os problemas sociais como casos isolados, busca compreender as conexões entre os diferentes aspectos da realidade social. Empodera os usuários:  A teoria crítica valoriza a participação ativa dos usuários, reconhecendo-os como sujeitos de direitos e protagonistas de suas próprias histórias. Promove a transformação social:  Ao identificar as causas profundas das desigualdades, a teoria crítica orienta a ação profissional para a construção de uma sociedade mais justa e equânime. A teoria crítica é fundamental para o assistente social que busca: Compreender a complexidade da realidade social Intervenir de forma ética e responsável Contribuir para a construção de um futuro mais justo. Quer aprofundar seus conhecimentos sobre a teoria crítica e outras teorias relevantes para o Serviço Social? Adquira agora mesmo o Super Combo do Assistente Social  e tenha acesso a materiais completos e atualizados que te ajudarão a dominar os conteúdos teóricos e práticos da profissão, além de se preparar para concursos. Não perca essa oportunidade de impulsionar sua carreira! Clique aqui e adquira

  • Fontes Teóricas do Serviço Social: Um Resumo

    Fontes Teóricas do Serviço Social: Um Resumo O Serviço Social, ao longo de sua história, buscou fundamentar sua prática em diversas correntes teóricas.  Essas fontes teóricas moldaram a forma como os assistentes sociais compreendem a realidade social, as questões sociais e o papel do profissional na transformação da sociedade. EMPIRISMO: origina-se do grego empeiria = experiência Há que se considerar que os conhecimentos e teorias do Serviço Social se dão de um modo dinâmico, pois se constroem de acordo com o momento histórico e social de cada período. Num processo FUNCIONALISTA, temos uma sociedade em que cada um tem sua função definida, com um sistema de organizações interligadas e que se relacionam entre si. É um sistema complexo de grupos ou indivíduos, mas que pode nos apresentar como se dá o funcionamento da sociedade em suas especificidades. Numa visão sociológica, não se pensava ainda em transformações sociais. Os assistentes sociais consideravam que os problemas eram causados pelo desajustamento dos indivíduos ao tipo de sociedade e à sua organização e que esses problemas podiam ser superados. A psicologia e a psicanálise, nessa época, também influenciaram a prática do Serviço Social, bem como a filosofia positivista baseada nas ideias de Augusto Comte. As Primeiras Fontes: Positivismo e Conservadorismo Positivismo:  Nas primeiras décadas do século XX, o Serviço Social brasileiro era influenciado pelo positivismo, que buscava soluções técnicas para os problemas sociais. A visão era de que a ciência poderia resolver as questões sociais, e o assistente social atuava como um técnico, aplicando conhecimentos para corrigir desvios individuais. Conservadorismo:  A Igreja Católica também exerceu forte influência, com uma perspectiva conservadora que valorizava a caridade e a assistência individualizada. A Ruptura e a Busca por Novas Bases Teóricas Movimento de Reconceptualização:  A partir da década de 1960, um movimento de renovação crítica questionou as bases teóricas tradicionais. Os assistentes sociais passaram a buscar novas referências teóricas para compreender a complexidade da realidade social e o papel do profissional na luta por justiça social. As Fontes Teóricas Contemporâneas As principais fontes teóricas que orientam a prática do Serviço Social contemporâneo são: Marxismo:  A teoria marxista oferece uma análise crítica da sociedade capitalista, compreendendo as desigualdades sociais como resultado das relações de produção. O marxismo destaca a importância da luta de classes e da organização dos trabalhadores para a transformação social. Teoria Crítica:  A teoria crítica, inspirada em filósofos como Theodor Adorno e Max Horkheimer, busca compreender as relações de poder e as formas de dominação na sociedade. A teoria crítica enfatiza a importância da autonomia e da emancipação dos sujeitos sociais. Feminismo:  A perspectiva feminista destaca as desigualdades de gênero e as formas de opressão contra as mulheres. O feminismo contribui para a análise das questões sociais a partir da experiência das mulheres e busca a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Teorias Pós-coloniais:  As teorias pós-coloniais analisam os impactos do colonialismo e do neocolonialismo nas sociedades contemporâneas, especialmente nos países do Sul Global. Essas teorias contribuem para a compreensão das desigualdades raciais e étnicas e para a descolonização do conhecimento. A Importância da Diversidade Teórica A diversidade teórica é fundamental para o Serviço Social, pois permite uma análise mais abrangente e complexa da realidade social. Ao dialogar com diferentes perspectivas teóricas, os assistentes sociais podem construir intervenções mais eficazes e adequadas às demandas da população. Em resumo, as fontes teóricas do Serviço Social evoluíram ao longo do tempo, refletindo as transformações da sociedade e as novas demandas da profissão. Atualmente, o Serviço Social busca uma prática comprometida com a justiça social, a equidade e a emancipação humana, baseada em um diálogo crítico com diversas correntes teóricas.

  • Ética e Serviço Social: Um compromisso com a justiça social

    Ética e Serviço Social: Um compromisso com a justiça social A ética como norte para a prática profissional O Serviço Social, enquanto profissão comprometida com a transformação social, tem na ética um dos pilares fundamentais de sua atuação. A ética profissional, nesse contexto, não se limita a um conjunto de regras, mas sim a um compromisso com os valores e princípios que orientam a prática do assistente social. O Código de Ética: um guia para a ação O Código de Ética do Assistente Social, elaborado e atualizado pela categoria, representa um marco importante para a definição dos princípios e valores que norteiam a atuação profissional. Esse documento, que deve ser constantemente estudado e refletido, estabelece diretrizes para a conduta ética do assistente social em suas diversas áreas de atuação. Princípios éticos fundamentais Defesa dos direitos humanos:  O assistente social tem o dever de defender os direitos humanos de todos os indivíduos, sem distinção de raça, cor, sexo, orientação sexual, idade, religião, opinião política ou de outra natureza. Compromisso com a justiça social:  A busca pela justiça social é um dos pilares da atuação do assistente social, que deve trabalhar para garantir a equidade e a igualdade de oportunidades para todos. Autonomia profissional:  O assistente social deve exercer sua profissão com autonomia, baseando suas decisões em conhecimentos técnico-científicos e no compromisso com os princípios éticos. Responsabilidade social:  O assistente social tem a responsabilidade de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e democrática, atuando de forma crítica e reflexiva diante das desigualdades sociais. Desafios da ética na prática profissional A prática do Serviço Social é permeada por diversos desafios éticos, como a necessidade de conciliar interesses divergentes, a pressão por resultados imediatos e a complexidade das questões sociais. Nesse contexto, o assistente social precisa desenvolver uma postura ética consistente, baseada em uma sólida formação teórica e em um compromisso com os princípios da profissão. A importância da reflexão ética A reflexão ética é fundamental para a prática do Serviço Social. Ao analisar criticamente suas ações, o assistente social pode identificar e superar possíveis dilemas éticos, fortalecendo seu compromisso com a justiça social. Conclusão A ética é um elemento essencial para a prática do Serviço Social. Ao se comprometer com os princípios éticos, o assistente social contribui para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa, promovendo a defesa dos direitos humanos e a superação das desigualdades sociais. Sugestões de temas para aprofundar a discussão: O papel do assistente social na defesa dos direitos humanos em um contexto de violações. A importância da autonomia profissional para a garantia da qualidade do serviço prestado. Os desafios da ética na prática do Serviço Social em instituições públicas e privadas. A relação entre ética e política na atuação do assistente social. Gostou deste post? Compartilhe com seus colegas e deixe seu comentário!

  • Marxismo e Serviço Social: Uma Relação Dialética.

    Marxismo e Serviço Social: Uma Relação Dialética Introdução O marxismo, com suas análises profundas sobre as relações sociais, a luta de classes e a dialética da história, exerceu uma influência significativa no Serviço Social. Essa relação, marcada por debates e tensionamentos, moldou a identidade e a prática profissional dos assistentes sociais, impulsionando-os a buscar uma atuação mais crítica e transformadora. Marxismo e Serviço Social: Uma Relação Dialética O Marxismo como Ferramenta de Análise Compreendendo a Questão Social:  O marxismo oferece um instrumental teórico poderoso para compreender a questão social como resultado das desigualdades sociais e da exploração capitalista. Ao analisar as raízes históricas e estruturais dos problemas sociais, os assistentes sociais podem desenvolver intervenções mais eficazes e duradouras. Crítica à Ordem Social:  A perspectiva marxista incentiva uma postura crítica em relação à ordem social vigente, questionando as instituições e as relações de poder que perpetuam a desigualdade. Essa postura é fundamental para que os assistentes sociais possam atuar como agentes de transformação social. Empoderamento dos Usuários:  O marxismo enfatiza a importância da participação popular e da organização dos trabalhadores. Ao adotar essa perspectiva, os assistentes sociais podem fortalecer os usuários dos serviços, promovendo sua autonomia e capacidade de luta por seus direitos. A Influência do Marxismo no Serviço Social Brasileiro Movimento de Reconceituação:  A década de 1960 marcou um momento crucial para o Serviço Social brasileiro, com a emergência do Movimento de Reconceituação. Esse movimento, influenciado pelas ideias marxistas, propôs uma ruptura com a prática tradicional, marcada pela assistência individualizada e pela adaptação dos indivíduos à ordem social. Projeto Ético-Político:  A partir da década de 1990, o Serviço Social brasileiro consolidou seu Projeto Ético-Político, que tem como base os princípios da liberdade, da justiça social e da igualdade. Esse projeto é profundamente influenciado pela perspectiva marxista, que fornece elementos para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa. Desafios e Limites:  A incorporação do marxismo ao Serviço Social não foi um processo linear e livre de desafios. A instrumentalização da teoria, o reducionismo e a falta de aprofundamento teórico são alguns dos limites que precisam ser superados. Conclusão O marxismo desempenhou um papel fundamental na construção de um Serviço Social crítico e comprometido com a transformação social. Ao oferecer uma análise profunda das relações sociais e da questão social, o marxismo permitiu que os assistentes sociais desenvolvessem uma prática profissional mais relevante e eficaz. No entanto, é importante ressaltar que a apropriação do marxismo deve ser feita de forma crítica e contextualizada, buscando superar os desafios e limites que se apresentam. Palavras-chave:  marxismo, serviço social, questão social, movimento de reconceituação, projeto ético-político, desigualdade social Todos os produtos do site mapas mentais social por um preço baixo! Clique aqui!

  • Documento de Araxá-Teorização e Sistematização da Prática Profissional

    O Documento de Araxá, elaborado em 1967, é um marco significativo na história do Serviço Social no Brasil. Este documento foi resultado do I Seminário de Teorização do Serviço Social realizado em Araxá, Minas Gerais, e teve como objetivo principal a reflexão e a sistematização da prática profissional do assistente social. Documento de Araxá-Teorização e Sistematização da Prática Profissional. Aqui estão algumas das principais contribuições do Documento de Araxá para o Serviço Social: 1. Teorização e Sistematização da Prática Profissional O Documento de Araxá foi fundamental para a teorização e sistematização das práticas do Serviço Social, fornecendo uma base teórica que ajudou a orientar e uniformizar a atuação dos assistentes sociais no Brasil. Ele propôs uma revisão crítica das práticas profissionais, buscando superar a visão assistencialista e caritativa predominante até então. 2. Definição de Conceitos e Metodologias O documento contribuiu para a definição de conceitos e metodologias que passaram a ser utilizados pelos assistentes sociais. Ele enfatizou a importância de uma prática baseada no conhecimento científico e na compreensão das realidades sociais, econômicas e políticas. 3. Valorização do Profissional de Serviço Social O Documento de Araxá ajudou a valorizar a profissão do assistente social, destacando a necessidade de formação contínua e aprimoramento profissional. Ele ressaltou a importância do assistente social como agente de transformação social, comprometido com a justiça social e a melhoria das condições de vida das populações atendidas. 4. Integração Teórico-Prática Uma das principais contribuições foi a ênfase na integração entre teoria e prática, propondo que o trabalho do assistente social deve ser baseado em uma análise crítica da realidade social e na aplicação de conhecimentos teóricos para intervir de maneira eficaz e ética. 5. Participação e Compromisso Social O documento destacou a importância da participação ativa dos assistentes sociais nas questões sociais e políticas, incentivando o compromisso com a defesa dos direitos humanos e a luta por políticas públicas que promovam a inclusão e a equidade social. 6. Diretrizes para a Formação Acadêmica As diretrizes propostas pelo Documento de Araxá influenciaram diretamente a formação acadêmica dos assistentes sociais, contribuindo para a construção de currículos mais críticos e voltados para a realidade brasileira. Isso ajudou a formar profissionais mais preparados para enfrentar os desafios sociais do país. 7. Enfoque na Questão Social O documento trouxe um enfoque maior para a questão social, entendida como um produto das contradições do sistema capitalista. Ele incentivou uma abordagem crítica e transformadora do Serviço Social, voltada para a análise e intervenção nas causas estruturais das desigualdades e injustiças sociais. Conclusão O Documento de Araxá representou um avanço significativo na profissionalização e na qualificação do Serviço Social no Brasil. Ele promoveu uma mudança de paradigma, incentivando uma prática profissional mais crítica, ética e comprometida com a transformação social. Suas contribuições continuam sendo referência para a formação e atuação dos assistentes sociais no país. Documento de Araxá-Teorização e Sistematização da Prática Profissional Aperfeiçoe Sua Prática Profissional com Nossos Mapas Mentais para Assistentes Sociais! Você, assistente social, sabe da importância de estar sempre atualizado e bem-preparado para enfrentar os desafios diários da profissão. Para ajudá-lo nessa jornada, estamos oferecendo um combo exclusivo de materiais em formato de mapas mentais , especialmente desenvolvido para potencializar seus estudos e práticas. O que você vai encontrar nesse combo: Mapas Mentais de Teorias Sociais:  Facilite o entendimento e a aplicação das principais teorias que fundamentam o Serviço Social. Esquemas de Políticas Públicas:  Organize suas ideias e compreenda melhor as políticas públicas que impactam diretamente o seu trabalho. Normas e Legislações:  Tenha sempre à mão os principais aspectos legais que regem a prática do Serviço Social no Brasil. Por que adquirir nosso combo de materiais? Facilidade de Estudo:  Nossos mapas mentais são visualmente atraentes e organizados, tornando o aprendizado mais eficaz. Atualização Constante:  Receba materiais sempre atualizados com as últimas novidades e mudanças na área do Serviço Social. Praticidade:  Acesse todo o conteúdo de forma digital, podendo estudar a qualquer hora e em qualquer lugar. Não perca essa oportunidade de transformar sua prática profissional! Clique no link abaixo e garanta já o seu combo de materiais em formato de mapas mentais para assistentes sociais! Comprar Combo de Materiais

  • Como elaborar um relatório social

    Um relatório social é um documento elaborado por assistentes sociais, que tem como objetivo avaliar a situação de um indivíduo, família ou comunidade, considerando aspectos sociais, econômicos e culturais. Aqui estão os passos de como elaborar um relatório social: 1. Identificação Nome do assistente social : Nome completo do profissional responsável pelo relatório. Data : Data de elaboração do relatório. Instituição : Nome da instituição ou órgão responsável pelo relatório. Nome do atendido : Nome completo da pessoa ou família atendida. Dados pessoais : Informações como idade, estado civil, endereço, entre outros. 2. Objetivo Descrever o objetivo do relatório, ou seja, o motivo pelo qual está sendo realizado. Por exemplo, avaliação de condições socioeconômicas, análise de dinâmica familiar, etc. 3. Metodologia Explicar os métodos e técnicas utilizados para a coleta de dados, como entrevistas, visitas domiciliares, análise de documentos, entre outros. 4. Histórico Apresentar um breve histórico da situação do atendido, incluindo informações sobre a composição familiar, condições de moradia, saúde, educação, trabalho, entre outros aspectos relevantes. 5. Situação Atual Analisar a situação atual do atendido, identificando os principais problemas e necessidades. Esse diagnóstico deve ser embasado nas informações coletadas e na interpretação crítica do assistente social. 6. Intervenção Descrever as ações já realizadas pela equipe de serviço social ou por outros profissionais envolvidos, bem como as intervenções planejadas para o futuro. Incluir recomendações e encaminhamentos necessários. 7. Conclusão Resumir os principais pontos do relatório, reforçando o diagnóstico social e as propostas de intervenção. É importante que a conclusão seja clara e objetiva. 8. Referências Incluir as fontes de informação utilizadas na elaboração do relatório, como documentos oficiais, artigos acadêmicos, entre outros. 9. Assinatura O relatório deve ser assinado pelo assistente social responsável, com seu número de registro no conselho profissional. Identificação - Nome do Assistente Social: Maria Silva - Data: 01 de julho de 2024 - Instituição: Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) - Nome do Atendido: João Pereira - Dados Pessoais: 45 anos, casado, residente na Rua das Flores, nº 123 Objetivo O objetivo deste relatório é avaliar a situação socioeconômica de João Pereira para subsidiar sua solicitação de benefício assistencial. Metodologia Foram realizadas entrevistas com o atendido e sua família, visitas domiciliares e análise de documentos. Histórico João Pereira vive com sua esposa e dois filhos em uma casa alugada. Ele está desempregado há seis meses e a família depende da renda da esposa, que trabalha como faxineira. Diagnóstico Social A família enfrenta dificuldades financeiras significativas, com risco de despejo devido ao atraso no pagamento do aluguel. As crianças apresentam deficiências nutricionais e dificuldades escolares. Intervenção Foram encaminhados para programas de auxílio emergencial e orientados sobre vagas de emprego na região. Planeja-se acompanhamento mensal para avaliação contínua das necessidades da família. Conclusão A situação de João Pereira é de vulnerabilidade social, necessitando de intervenções contínuas para garantir a segurança alimentar e moradia da família. Referências - Documentos fornecidos pelo atendido - Entrevistas realizadas com a família Assinatura Maria Silva Assistente Social, CRAS Registro: 123456 Os conectivos são palavras ou expressões que estabelecem relações lógicas entre as frases, orações e parágrafos de um texto, contribuindo para a coesão e coerência do discurso. Eles são essenciais para a fluidez do texto e ajudam a guiar o leitor através das ideias apresentadas, como elaborar um relatório social. Aqui estão alguns tipos de conectivos e como usá-los: 1. Conectivos de Adição Usados para adicionar informações ou ideias. E : "Fui ao mercado e comprei frutas." Além disso : "O curso é interessante. Além disso, é gratuito." Também : "Ela estudou para a prova. Também fez exercícios extras." Ainda : "Ele trabalha e ainda estuda à noite." 2. Conectivos de Contraste Usados para apresentar ideias opostas ou contrastantes. Mas : "Gostaria de sair, mas está chovendo." Porém : "Ele é competente, porém muito teimoso." No entanto : "Estava cansado. No entanto, continuou a trabalhar." Contudo : "A viagem foi longa. Contudo, valeu a pena." 3. Conectivos de Causa Usados para indicar a razão ou causa de algo. Porque : "Ele foi promovido porque trabalhou duro." Pois : "Não saímos, pois estava chovendo." Já que : "Vamos começar, já que todos chegaram." Visto que : "Ela não veio, visto que estava doente." 4. Conectivos de Consequência Usados para indicar o resultado ou consequência de algo. Portanto : "Estudou bastante. Portanto, passou no exame." Assim : "Ele se dedicou ao projeto. Assim, conseguiu concluí-lo a tempo." Por isso : "Ela estava cansada. Por isso, foi dormir cedo." Logo : "Choveu muito. Logo, o jogo foi cancelado." 5. Conectivos de Tempo Usados para indicar a sequência temporal das ações. Antes : "Antes de sair, desligue as luzes." Depois : "Terminamos o trabalho. Depois, fomos almoçar." Enquanto : "Enquanto ele trabalhava, ela estudava." Em seguida : "Ele terminou a prova. Em seguida, entregou ao professor." 6. Conectivos de Conclusão Usados para introduzir uma conclusão ou resumo. Em resumo : "Em resumo, o projeto foi um sucesso." Concluindo : "Concluindo, devemos continuar com a estratégia atual." Finalmente : "Finalmente, conseguimos resolver o problema." Portanto : "Ele se dedicou ao máximo. Portanto, merece a promoção." 7. Conectivos de Exemplificação Usados para introduzir exemplos que ilustram a ideia apresentada. Por exemplo : "Algumas frutas são ricas em vitamina C, por exemplo, a laranja e o kiwi." Como : "Países como Brasil e Argentina são famosos pelo futebol." A saber : "Muitos países, a saber, França e Itália, têm uma rica tradição cultural." 8. Conectivos de Comparação Usados para estabelecer comparações entre ideias. Como : "Ele é tão inteligente como seu irmão." Tal qual : "Ela dançava tal qual uma profissional." Assim como : "Assim como o pai, ele é médico." Da mesma forma : "Ela reagiu da mesma forma que eu." Exemplo de Uso de Conectivos em um Texto A sustentabilidade é um tema cada vez mais relevante. Além disso , muitas empresas estão adotando práticas ecológicas. Porém , nem todas as ações são eficazes. Por exemplo , o uso de materiais recicláveis é uma excelente iniciativa, no entanto , deve ser acompanhado de um sistema eficiente de reciclagem. Portanto , é essencial investir em educação ambiental. Em resumo , a sustentabilidade depende da colaboração de todos. Super Combo da Assistente Social, todos os materiais do site Mapas mentais social por um preço baixo! 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  • Gramsci: Pensador Italiano e sua Influência no Serviço Social

    Antonio Gramsci (1891-1937) foi um filósofo, jornalista e político italiano, considerado um dos principais teóricos do marxismo do século XX. Sua obra, marcada por uma profunda análise da sociedade capitalista e das relações de poder, teve um impacto significativo no Serviço Social, especialmente no Brasil. Gramsci: Pensador Italiano e sua Influência no Serviço Social Vida e Obra Nascido na ilha da Sardenha, Gramsci se filiou ao Partido Socialista Italiano em 1914. Tornou-se um dos principais líderes do Partido Comunista Italiano após sua fundação em 1921. Em 1926, Benito Mussolini instaurou a ditadura fascista na Itália e Gramsci foi preso, permanecendo encarcerado até sua morte em 1937. Durante seus anos na prisão, Gramsci escreveu extensively sobre diversos temas, incluindo filosofia, política, história, literatura e cultura. Sua obra mais conhecida, os Cadernos do Cárcere, reúne reflexões sobre a sociedade italiana, o papel do Estado e a construção da hegemonia. Influência no Serviço Social As ideias de Gramsci tiveram um grande impacto no Serviço Social brasileiro, especialmente a partir da década de 1970. Sua análise da sociedade civil como espaço de disputa de projetos políticos e ideológicos contribuiu para a compreensão da profissão como um instrumento de intervenção social e política. Gramsci: Pensador Italiano e sua Influência no Serviço Social Conceitos-chave Alguns dos conceitos gramscianos que mais influenciaram o Serviço Social são: Hegemonia: A conquista do consenso e da direção da sociedade por um grupo social dominante, não apenas pela força, mas também pela persuasão e pelo convencimento. Sociedade civil: O espaço da vida social onde se desenvolvem as relações entre os indivíduos e as instituições, como a família, a escola, a Igreja e os sindicatos. Guerra de posição: A estratégia de luta pela hegemonia em sociedades capitalistas avançadas, onde a dominação se dá principalmente através da cultura e da ideologia. Intelectual orgânico: O profissional que atua como mediador entre a teoria e a prática, articulando o conhecimento com as lutas populares. Gramsci no Brasil A obra gramsciana foi publicada pela primeira vez no Brasil entre os anos 1966-1968, época em que, já na vigência de uma ditadura militar, época em que o comunismo era atrelado a regimes totalitários, violentos, e o medo disseminado entre a população por diversas instituições. Apesar da mobilização de vários intelectuais ligados ao Partido Comunista Brasileiro (PCB) na edição e circulação dos escritos de Antonio Gramsci, a empreitada teve pouca repercussão. No campo da educação e do serviço social, sobretudo nas pesquisas relacionadas às políticas públicas, permanece até os dias atuais como importante referencia. É Gramsci que apresenta uma noção de hegemonia mais elaborada e adequada para pensar as relações sociais, sem cair no materialismo vulgar e no idealismo encontrados na tradição. A noção de hegemonia propõe uma nova relação entre estrutura e superestrutura e tenta se distanciar da determinação da primeira sobre a segunda, mostrando a centralidade das superestruturas na análise das sociedades avançadas. Nesse contexto, a sociedade civil adquire um papel central, bem como a ideologia, que aparece como constitutiva das relações sociais. Deste modo, uma possível tomada do poder e construção de um novo bloco histórico passa pela consideração da centralidade dessas categorias que, até então, eram ignoradas. Contribuições para o Serviço Social A influência de Gramsci no Serviço Social brasileiro se traduziu em diversas contribuições, como: Ruptura com o assistencialismo: A superação da visão assistencialista do Serviço Social, que o via como uma mera caridade, para uma perspectiva que o reconhece como um instrumento de defesa dos direitos sociais e da construção de uma sociedade mais justa. Valorização da práxis: A centralidade da práxis no processo de intervenção profissional, entendendo que a ação do assistente social deve ser baseada na teoria e na análise crítica da realidade social. Compromisso com as classes subalternas: O reconhecimento do papel do Serviço Social na luta por emancipação das classes subalternas, defendendo seus direitos e interesses. Ética profissional: A importância da ética profissional no trabalho do assistente social, com base em valores como a justiça social, a solidariedade e o respeito à diversidade. Conclusão O pensamento de Antonio Gramsci continua a ser uma referência importante para o Serviço Social brasileiro. Sua análise crítica da sociedade capitalista e suas reflexões sobre o papel dos intelectuais orgânicos fornecem ferramentas valiosas para a compreensão da realidade social e para a construção de uma práxis profissional comprometida com a justiça social. Domine Fundamentos Históricos e Metodológicos do Serviço Social em mapas mentais e seja uma servidora pública! O que você você vai aprender: São Vicente de Paulo São Tomás de Aquino Década de 30 Doutrina Social da Igreja Encíclica Rerum Novarum Encíclica Quadragésimo Anno Positivismo Fenomenologia Marxismo Primeira aproximação do Serviço Social com o marxismo Segunda aproximação do Serviço Social com o marxismo Documento de Araxá Documento de Teresópolis Documento de Sumaré Seminário Alto da Boa Vista Serviço Social de caso Serviço Social de Grupo Serviço Social de Comunidade Questões de concursos Adquira clicando aqui e mais...Gramsci e o serviço social em mapas mentais Preço 15,00 Clique aqui e adquira

  • Seminários Históricos para Assistente Social no Brasil: Araxá, Teresópolis, Sumaré e Alto da Boa Vista.

    Seminários Históricos para Assistente Social no Brasil: Araxá, Teresópolis, Sumaré e Alto da Boa Vista. Os seminários de Araxá, Teresópolis, Sumaré e Alto da Boa Vista representam marcos fundamentais na trajetória da formação do assistente social no Brasil. Cada um destes encontros contribuiu de forma única para a construção e consolidação da profissão de assistente social e para a formulação de políticas públicas externas para o bem-estar social. Neste texto, exploraremos os contextos e as principais contribuições de cada um desses seminários históricos. SEMINÁRIO DE ARAXÁ O Seminário de Araxá, realizado em Minas Gerais, em 1967, é considerado um divisor de águas na história do Serviço Social no Brasil. Organizado pelo Centro Brasileiro de Cooperação e Intercâmbio de Serviços Sociais (CBCISS), esse seminário teve como objetivo principal discutir as diretrizes para a prática profissional dos assistentes sociais no contexto de um país em rápida transformação. As principais contribuições de Araxá incluíram a redefinição do papel do assistente social, enfatizando a necessidade de uma prática crítica e reflexiva. O seminário promoveu a ideia de que os assistentes sociais deveriam atuar como agentes de mudança social, comprometidos com a justiça social e os direitos humanos. Pontos-chave do Seminário de Araxá: Identidade profissional: Discussão sobre o perfil do assistente social e seu compromisso com a justiça social. Papel do Serviço Social: Reflexão sobre as ações e métodos de trabalho da profissão. Contexto histórico: Análise da realidade social brasileira e dos desafios enfrentados pela população. SEMINÁRIO DE TERESÓPOLIS Três anos depois de Araxá, o Seminário de Teresópolis, realizado no Rio de Janeiro, em 1970, deu continuidade às discussões iniciadas anteriormente. Este encontro foi crucial para aprofundar o debate sobre a formação profissional e a atuação dos assistentes sociais no contexto da ditadura militar O seminário reafirmou a importância de uma prática profissional crítica e comprometida com as transformações sociais. Entre suas principais contribuições, destacou-se a necessidade de uma formação acadêmica sólida e crítica, que prepara os assistentes sociais para enfrentar os desafios pelo regime autoritário. Pontos-chave do Seminário de Teresópolis: Crítica ao modelo tradicional: Questionamento da visão assistencialista e da hegemonia da caridade. Defesa da práxis crítica: Ênfase na atuação profissional pautada na análise crítica da realidade social e na luta por transformações. Conexão com o marxismo: Influência do pensamento marxista na análise das relações de classe e da exploração capitalista. SEMINÁRIO DE SUMARÉ Em 1978, o Seminário de Sumaré, também realizado no Rio de Janeiro, trazia novas perspectivas para a prática do Serviço Social. Este encontro foi significativo por ter ocorrido em um momento de abertura política, que prenunciava o fim da ditadura militar e o início da redemocratização Sumaré destacou a importância da articulação entre teoria e prática, reforçando a ideia de que o assistente social deve ser um profissional capaz de analisar criticamente a realidade social e intervir de forma eficaz para promover mudanças. Este seminário também abordou a necessidade de fortalecer a organização política dos assistentes sociais, incentivando a formação de associações e sindicatos que possam lutar pelos direitos da categoria e pela melhoria das condições de trabalho. Pontos-chave do Seminário de Sumaré: Relações de classe: Análise aprofundada das relações de poder e da exploração capitalista no contexto brasileiro. Luta por direitos sociais: Defesa da luta por direitos como saúde, educação, moradia e trabalho como forma de combater a desigualdade social. Resistência à ditadura: O seminário se tornou um espaço de resistência política e de luta pela democracia. Seminário do Alto da Boa Vista O Seminário do Alto da Boa Vista, realizado em São Paulo em 1984, é considerado um marco na redemocratização do Brasil e na construção de uma nova agenda para o serviço social no país. Este encontro reuniu assistentes sociais de todo o Brasil para discutir os desafios e as perspectivas da profissão em um contexto de transição Alto da Boa Vista enfatizou a importância da participação ativa dos assistentes sociais na construção de políticas públicas externas para a inclusão e a justiça social. O seminário destacou a necessidade de uma atuação integrada e intersetorial, que considerasse as múltiplas dimensões da questão social. Além disso, foi reforçada a importância da ética profissional e do compromisso com os direitos humanos como pilares fundamentais da prática do Serviço Social. Pontos-chave do Seminário de Alto da Boa Vista: Crise do Estado: Análise da crise do Estado brasileiro e seus impactos na política social. Novas formas de organização: Busca por alternativas de organização e atuação profissional diante das mudanças sociais. Participação popular: Ênfase na participação da população na construção de políticas públicas. A Herança dos Seminários: Uma Trajetória de Luta e Transformação Os seminários do Serviço Social representam mais do que eventos históricos. Eles simbolizam a luta incansável da profissão pela justiça social, pela defesa dos direitos dos mais vulneráveis e pela construção de uma sociedade mais justa e igualitária. As ideias e debates desses encontros continuam inspirando e orientando a atuação profissional até os dias de hoje. Lembre-se: Os seminários são parte fundamental da história do Serviço Social. Dominar esses conteúdos é essencial para compreender a identidade profissional e para atuar com excelência na prática. Gostaria de se aprofundar em algum dos seminários? Deixe seu comentário! MATERIAIS FOCADOS NO SEU EDITAL Clique aqui!

  • Resenha "Relações Sociais e Serviço Social no Brasil: Esboço de uma Interpretação Histórico-Metodológica", de Marilda Iamamoto e Raul de Carvalho.

    Neste post, resenharei o livro "Relações Sociais e Serviço Social no Brasil: Esboço de uma Interpretação Histórico-Metodológica", de Marilda Iamamoto e Raul de Carvalho. A obra é uma referência fundamental para os assistentes sociais brasileiros, explorando a relação entre a profissão e as relações sociais no contexto histórico do país. Contexto Histórico e Social O livro foi publicado pela primeira vez em 1982, em um período de intensas transformações políticas no Brasil, no contexto da abertura democrática após a ditadura militar. Esse cenário influenciou profundamente as análises e propostas dos autores, que buscaram entender o papel do Serviço Social em uma sociedade marcada pelas profundas desigualdades e pela luta por direitos sociais. Pontos-chave O livro oferece uma análise abrangente da história do Serviço Social no Brasil, desde suas origens até os desafios contemporâneos. Os autores examinam como a profissão se desenvolveu em resposta às desigualdades sociais e às políticas públicas brasileiras. Um dos pontos fortes da obra é a ênfase nas relações sociais como base do trabalho do assistente social. Os autores demonstram como a compreensão das relações de poder, das classes sociais e das estruturas sociais é essencial para a prática profissional. Contribuições para a prática "Relações Sociais e Serviço Social no Brasil" oferece diversas contribuições para a prática profissional: Análise crítica das políticas sociais: Os autores exploram a relação entre as políticas públicas e a sociedade brasileira, destacando como estas são formuladas e implementadas, e quais são seus impactos na vida das pessoas. O livro fornece ferramentas para que os assistentes sociais analisem criticamente as políticas sociais e seu impacto na vida das pessoas. A análise destaca o papel fundamental do Estado na formulação e implementação das políticas sociais. Os autores criticam as políticas neoliberais que defendem a diminuição da participação do Estado e a valorização do mercado. O livro examina os impactos das políticas sociais na vida das pessoas, com foco nas desigualdades sociais e na exclusão social. Os autores criticam as políticas que reproduzem e aprofundam estas desigualdades. Compreensão das relações sociais: A obra aprofunda a compreensão das relações sociais, permitindo que os profissionais atuem de forma mais eficaz junto aos usuários. Valorização do trabalho do assistente social: O livro destaca a importância do trabalho do assistente social na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. A obra não apenas nos desafia a refletir criticamente sobre nosso papel na sociedade, mas também nos inspira a agir de maneira mais consciente e engajada. Que possamos, juntos, continuar trilhando o caminho da transformação social, guiados pelas reflexões e ensinamentos desta obra monumental. Exemplo de aplicação na prática: Um assistente social que atua em um centro de referência da assistência social (CRAS) pode utilizar a análise crítica das políticas sociais para: Compreender as causas da pobreza e da exclusão social que afetam as famílias atendidas pelo CRAS, relacionando-as às políticas sociais existentes. Analisar criticamente os programas sociais oferecidos pelo CRAS, identificando suas potencialidades e limitações para atender às necessidades dos usuários. Defender os direitos dos usuários junto aos órgãos responsáveis pela implementação das políticas sociais, exigindo melhores condições de atendimento e a garantia de seus direitos. Para aprofundar seus conhecimentos: Livro Relações Sociais e Serviço Social no Brasil: https://www.amazon.com.br/Relac%C3%B5es-Sociais-Servi%C3%A7o-Social-Brasil/dp/8524902477

  • Convivência e Fortalecimento de Vínculos: Uma Ponte para a Proteção Social Básica

    Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos: Uma Ponte para a Proteção Social Básica O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) é um pilar fundamental da Proteção Social Básica (PSB) no Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Através de ações socioeducativas em grupo, o SCFV busca promover a convivência familiar e comunitária, fortalecer vínculos sociais e prevenir situações de risco social. A Importância do SCFV na Política de Assistência Social O SCFV se insere na Política de Assistência Social como um serviço preventivo e proativo, reconhecendo a importância da convivência saudável para o desenvolvimento social e a proteção de direitos. Através de suas atividades, o SCFV contribui para: Fortalecimento dos Vínculos Familiares: O SCFV oferece um espaço para o diálogo, a troca de experiências e a construção de relações positivas entre familiares. Isso contribui para a promoção da coesão familiar e da capacidade de lidar com desafios. Promoção da Socialização e da Cidadania: As atividades do SCFV proporcionam às pessoas a oportunidade de desenvolver habilidades sociais, como a comunicação, a cooperação e o respeito à diversidade. Isso contribui para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. Prevenção de Situações de Risco: Ao fortalecer a família e a comunidade, o SCFV contribui para a prevenção de situações de risco social, como a violência doméstica, a negligência e o abandono. A Resolução CNAS nº 109/2009: Diretrizes para o SCFV A Resolução CNAS nº 109/2009 estabelece as diretrizes nacionais para a organização e o funcionamento do SCFV. Essa resolução define os princípios, objetivos, público-alvo e formas de oferta do serviço. Além disso, a resolução estabelece os critérios para a gestão e o acompanhamento do SCFV, garantindo a qualidade e a efetividade do serviço. O Papel Essencial dos Assistentes Sociais no SCFV Os assistentes sociais desempenham um papel fundamental na gestão e execução do SCFV. São responsáveis por: Acolhimento e Orientação das Famílias: Os assistentes sociais realizam o acolhimento das famílias e orientam sobre as atividades do SCFV. Planejamento e Execução das Atividades: Os assistentes sociais planejam e executam as atividades do SCFV, considerando as necessidades e características do público-alvo. Acompanhamento e Avaliação: Os assistentes sociais acompanham as famílias e avaliam os resultados das ações do SCFV, promovendo ajustes e melhorias contínuas. O SCFV é uma ferramenta poderosa para a promoção da justiça social e da construção de uma sociedade mais solidária. Através do trabalho dedicado dos assistentes sociais, o SCFV contribui para a vida de milhares de pessoas em todo o país. Para saber mais sobre o SCFV: Resolução CNAS nº 109/2009: https://www.crpsp.org/uploads/legislacao/1577/fpKRnvtGlyKtMJ13Pdcjy70Ck5kg5kuz.pdf Ministério do Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome: https://antigo.cidadania.gov.br/ Gostaria de saber mais sobre como o SCFV pode ser utilizado em seu trabalho? Deixe seu comentário! Quer materiais de estudo focados no seu edital? Acesse clicando aqui!

  • Pessoa em Situação de Rua no Brasil

    A população em situação de rua no Brasil é um problema social grave e complexo, que afeta milhares de pessoas em todo o país. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em 2020, havia cerca de 222 mil pessoas vivendo nas ruas das cidades brasileiras. Esse número, no entanto, pode ser ainda maior, já que muitas pessoas em situação de rua não são contabilizadas nas estatísticas oficiais. A assistência social é uma política pública que visa garantir os direitos e a inclusão social dos grupos mais vulneráveis da sociedade, entre eles a população em situação de rua. A atuação da assistência social nesse contexto é fundamental para a garantia dos direitos humanos e a melhoria das condições de vida das pessoas em situação de rua. Nesse sentido, o Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP) é uma das principais estratégias da assistência social para atender às necessidades dessa população. O Centro POP é um equipamento público que oferece atendimento especializado, orientação e apoio social, psicológico e jurídico, além de serviços como banho, alimentação e encaminhamento para abrigos temporários. O objetivo do Centro POP é promover a inclusão social e o acesso aos direitos básicos das pessoas em situação de rua, por meio de um atendimento humanizado e integrado às demais políticas públicas. O Centro POP é um espaço de acolhimento e escuta, que busca compreender as necessidades e demandas das pessoas em situação de rua, para oferecer um atendimento personalizado e efetivo. Para conhecer mais sobre o trabalho realizado pelo Centro POP e como a assistência social pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população em situação de rua, convido o leitor a acessar gratuitamente o Caderno de Orientações do Centro POP. Esse material é uma fonte de informação importante para quem deseja se aprofundar no tema e compreender as estratégias de atuação da assistência social nesse contexto. Clique aqui e ganhe o seu!

  • O que é o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA)?

    O que é o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA)? O Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA) é um conjunto de órgãos e instituições públicas e da sociedade civil que trabalham em conjunto para garantir os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para todas as crianças e adolescentes em todo o território brasileiro. Ou seja, o Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA) surgiu no ano de 2006, com o intuito de fortalecer a implementação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e garantir a proteção integral à infância e adolescência. Objetivos do SGDCA: Promover os direitos: Divulgar os direitos da criança e do adolescente para a sociedade. Defender os direitos: Investigar e punir violações dos direitos da criança e do adolescente. Controlar a efetivação dos direitos: Monitorar e avaliar a implementação das políticas públicas de proteção à infância e adolescência. Princípios do SGDCA: Descentralização: A responsabilidade pela proteção dos direitos da criança e do adolescente é compartilhada entre os diferentes entes da federação (União, estados, Distrito Federal e municípios). Coresponsabilidade: A sociedade civil também tem um papel fundamental na defesa dos direitos da criança e do adolescente. Integralidade: Todos os direitos da criança e do adolescente são interligados e devem ser garantidos de forma conjunta. Universalidade: Todos os direitos da criança e do adolescente devem ser garantidos para todas as crianças e adolescentes, sem distinção de qualquer natureza. Prioridade absoluta: Os direitos da criança e do adolescente devem ter prioridade sobre qualquer outro direito. Estruturas do SGDCA: O SGDCA é composto por diversos órgãos e instituições, cada um com suas funções específicas: Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA): Órgão colegiado de deliberação superior do SGDCA, responsável por formular políticas públicas e normatizar a atuação do Sistema. Conselhos Tutelares: Presentes em todos os municípios brasileiros, os Conselhos Tutelares são responsáveis por zelar pelos direitos da criança e do adolescente e por atender situações de violação de direitos. Outros órgãos e instituições: Defensoria Pública, Ministério Público, Poder Judiciário, escolas, hospitais, ONGs, entre outros. Como o SGDCA funciona: O SGDCA funciona através da articulação e integração dos seus diversos órgãos e instituições. Essa articulação se dá por meio de reuniões, fóruns, comissões e outros mecanismos de diálogo e cooperação. Importância do SGDCA: O SGDCA é fundamental para garantir os direitos da criança e do adolescente no Brasil. Através da ação conjunta dos seus diversos órgãos e instituições, o Sistema busca proteger as crianças e adolescentes de toda forma de violência, negligência e discriminação, e promover o seu desenvolvimento pleno e integral. Para saber mais: https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por-temas/crianca-e-adolescente https://www.gov.br/mdh/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselho-nacional-dos-direitos-da-crianca-e-do-adolescente-conanda/conanda https://www.imdb.com/title/tt4871784/ Eca em mapas mentais https://www.mapasmentaissocial.com/ecaemmapasmentais Combo Legislação -Faixa Preta https://www.mapasmentaissocial.com/combofaixapreta Sinase em mapas mentais.https://www.mapasmentaissocial.com/sinaseparaconcurso Combo Especial de Estudos para o Concurso do SEAS Ceará! 📚🎉 Preparar-se para um concurso público é uma jornada desafiadora, mas com os materiais certos, você pode alcançar o sucesso que tanto deseja. Pensando nisso, apresentamos o Combo Especial de Estudos para o Concurso do Sistema Estadual de Atendimento Socioeducativo do Ceará (SEAS), especialmente elaborado para atender às exigências do edital e maximizar suas chances de aprovação. O que está incluído: 📖 Legislações Especiais: Este material abrangente reúne todas as legislações específicas exigidas pelo edital do concurso do SEAS Ceará. Tenha acesso fácil e organizado às normativas relevantes para sua preparação. 📚 Português para Concursos: Dominar a língua portuguesa é fundamental para obter sucesso em qualquer concurso público. Neste material, você encontrará conteúdos direcionados para a prova de português, incluindo gramática, interpretação de texto e dicas práticas para melhorar seu desempenho. 🌍 Direitos Humanos: Conhecimento sólido sobre direitos humanos é essencial para atuar no serviço público, especialmente em áreas relacionadas ao atendimento socioeducativo. 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