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- Para além da caverna Platão
O Mito da Caverna, também conhecido como Alegoria da Caverna, foi escrito por Platão, um dos mais importantes pensadores da história da Filosofia. "O diálogo travado entre Sócrates, personagem principal, e Glauco, seu interlocutor, visa a apresentar ao leitor a teoria platônica sobre o conhecimento da verdade e a necessidade de que o governante da cidade tenha acesso a esse conhecimento." Platão descreve que alguns homens, desde a infância, geração após geração, se encontram aprisionados em uma caverna. Nesse lugar, não conseguem se mover em virtude das correntes que os mantém imobilizados. "Homens passam ante a fogueira, fazem gestos e passam objetos, formando sombras que, de maneira distorcida, são todo o conhecimento que os prisioneiros tinham do mundo. Aquela parede da caverna, aquelas sombras e os ecos dos sons que as pessoas de cima produziam era o mundo restrito dos prisioneiros." Certo dia, um dos prisioneiros consegue se libertar das correntes que o aprisionava. Com muita dificuldade, ele busca a saída da caverna. No entanto, a luz da fogueira, bem como a do exterior da caverna, agridem os seus olhos, já que ele nunca tinha visto a luz. Na Alegoria da Caverna, Platão faz uma crítica sobre a importância da busca pelo conhecimento e o abandono da posição cômoda gerara pelas aparências e pelos costumes. As sombras simbolizam as aparências, tudo aquilo que é falso ou que são meras imitações daquilo que é, de fato, real. É o mundo das aparências no qual as pessoas estão acostumadas a viver. "Platão está dispondo, hierarquicamente, os graus de conhecimento com essa metáfora e falando que existe um modo de conhecer, de saber, que é o mais adequado para se pensar em um governante capaz de fazer política com sabedoria e justiça." "Os escravos presos no interior da caverna não percebem que são prisioneiros, assim como as pessoas que estão presas na mídia, nas redes sociais e no mar de informações, muitas vezes desinformantes, da internet, não percebem que são enganadas." "Vivemos na época do predomínio da opinião rasa, do conhecimento superficial, da informação inútil e da prisão cotidiana que arrasta as pessoas, cada vez mais, para a caverna da ignorância. Nessa metáfora, as correntes representam o senso comum e a opinião (os pré-conceitos) que aprisionam os indivíduos e os impede de buscar o conhecimento verdadeiro e com que vivam em um mundo de sombras. O que podemos retirar do Mito da Caverna sendo Assistente Social nos dias de hoje? Nas nossas ações cotidianas de atendimento, reuniões, visitas domiciliares e relatórios com pareceres técnicos, devemos nos retirar de preconceitos e aparências, ir além do aparente, dos discursos da mídia comprada e buscar sempre lembrar do nosso compromisso Ético político da profissão. Um exemplo, é na visita domiciliar no qual devemos agir com maior respeito desde a marcação da visita com a família, até a concessão do benefício ou a elaboração do relatório. Já presenciei técnico realizando juízo de valor depois de uma visita de verificação de denúncia do Programa Bolsa Família, no qual foi erroneamente visto que a família tinha um aparelho de som na sala que a mesma não era perfil para o recebimento do benefício. Ou quando se realiza um atendimento e é visto que a pessoa atendida está "com boa aparência" e bem vestida. Como se uma pessoa em vulnerabilidade social e risco social não pudesse ter bens materiais ou ter "boa aparência". TEMOS QUE IR ALÉM DOS QUE NOS É POSTO NO PRIMEIRO MOMENTO. #assistenciasocial #platão #mapasmentais #mitodacaverna
- Será que sou Mary Richmond?
Teve um dia que me lembrei de uma capacitação que eu participei como assistente social do SEAS ( abordagem de rua) dos CREAS, que vc cara leitora deve conhecer. Pois bem, uma professora falou e me abriu os olhos , ela fez uma retrospectiva história dos tempos que as primeiras caravelas desembarcaram no Brasil, descreveu a reação dos indígenas e das crianças indígenas vivendo aquele circo de horrores da violência. Relatou como os jesuítas foram importantes para a lavagem cerebral dos indígenas, o massacre cultural que foi aquilo. Relatou dando ênfase ao que as crianças sentiram e ouviram , do que era certo e errado para elas sob o ponto de vista do colonizador europeu. Ressaltou a forma como eram feitas as aproximações com as crianças e seus pais, no sentido de "educar" , todo o processo de hierarquia e superioridade que o português jesuíta deve ter se comportado para o crime da catequização. A partir do relato da chegada dos Europeus ao Brasil, período que a Igreja Católica reinava e ditava as leis , veio a seguinte observação da professora. -Cuidado para vocês não reproduzirem as mesmas falas e mesmos objetivos da época da colonização. Que nós não sejamos os "colonizadores" querendo e mpurrar nosso meio de pensar, embebido por ações que o Estado quer. Bem, todos sabemos que no surgimento do Serviço Social foi marcado por ações de cunho higienista católico, cuja função era domar o ser humano para que o mesmo sentisse culpa por sua realidade e que a salvação era obedecer as moças bondosas que vieram lhe dar uma caridade. Mary Richmond instrumentalizou a ação social, com as visitas amigáveis para as pessoas que precisavam ser corrigidas pelo Estado Norte Americano. Processo de emergência do Serviço Social nos EUA e que reconhecem nele um momento central da trajetória de Richmond. Mas ele também expressa as disputas que estavam colocadas sobre o papel das ações de assistência e socorro aos pobres no estágio da “questão social” vivenciada naquele país na virada do século XIX para o XX. Atualizando para os nossos dias atuais, não escapamos da arapuca de reproduzir ações da época dos europeus aqui no Brasil. O que nos salva é todo dia ler o nosso projeto ético político, para que nossas ações educativas se realizem de fato não como a gente num pedestal e o povo ( clientela do Serviço Social) abaixo de nós. todas as nossas ações devem ser construídas com a participação da comunidade, do povo. Está na Constituição Federal de 88. Cito um exemplo prático, uma colega de profissão do CREAS que faz parte da equipe das Medidas Socioeducativas perguntou ao grupo que tipo de atividade seria bom oferecer aos jovens atendidos. Pasmem! Seria bom perguntar primeiramente aos jovens que ela atende, quais atividades e temas eles se interessam, o construir um planejamento das atividades juntos. E o PIA , cadê? Falando em Constituição de 88, devemos participar das atividades do Conselho da Assistência Social, cuja os integrantes são os usuários dos CRAS, Centro Pop, CREAS. Sei das estratégias dos governos de calar esse segmento. Mas ainda é um importante espaço de discussão, assim como as Conferências que são realizadas a cada dois anos, importante espaço de discussão não apenas para a gestão mas para os usuários.
- O que é uma família em situação de vulnerabilidade social?
Inácio e Mandelbaum (2011) afirmam que o território é algo para além da delimitação geográfica. De acordo com Raffestin (1993), o espaço é um substrato preexistente ao território e este ganha sentido a partir das pessoas que nele habitam e dos lugares que o compõem. Santos (2006) adverte que os lugares são semelhantes em qualquer território, vindo a variar, de acordo com aqueles que os sujeitos vivenciam, a partir dos seus distintos interesses, da maneira de se viver e das diferenças de renda, sendo estes fatores primordiais, para se elaborar uma teoria espacial. A partir desta teoria, são criados métodos para estudo de cidades onde se traça a relação entre dois subsistemas: circuito superior e inferior. José Paulo Neto 2 (MPAS,1998) afirmou, durante sua palestra na II Conferência Nacional de Assistência Social que: "Como componente da seguridade social, a assistência social é medida legal e legítima que visa oferecer segurança social aos cidadãos não cobertos (ou precariamente cobertos) pelo lado contributivo da seguridade social. A assistência social visa livrar esses cidadãos não só dos infortúnios do presente, mas também das incertezas do amanhã, protegendo-os das adversidades causadas por enfermidades, velhice, abandono, desemprego, desagregação familiar, exclusão social." (Anais da II Conferência Nacional de Assistência Social - 1997) Clique aqui e adquira! Oferta! 4xR$ 5,37 ou R$ 20,00 à vista
- Retrospectiva da Assistência Social no Brasil
A Assistência Social no Brasil tem sua origem histórica baseada na caridade, filantropia e na solidariedade religiosa. Até a década de 40, essa corrente perdurou. Em 1947 foi criada a Legião Brasileira de Assistência - FLBA com o objetivo de atender as famílias dos pracinhas combatentes da 2ª Guerra Mundial. Inicialmente caracterizou-se por um atendimento materno-infantil. Posteriormente esta instituição foi crescendo e sua linha programática foi acompanhando as demandas do desenvolvimento econômico e social do país, bem como da população em estado de vulnerabilidade social. A gestão pública da LBA foi centralizada com representação nos 26 Estados da Federação e do Distrito Federal. A linha programática se constituía de: Assistência social Assistência judiciária Atendimento médico-social e materno-infantil Distribuição de alimentos para gestantes, crianças e nutrizes Assistências integrais a crianças, adolescentes e jovens (creches e abrigos) Qualificação e iniciação profissional Liberação de instrumentos de trabalho Orientação advocatícia para a regularização e registro de entidades Programas educacionais para o trabalho Geração de renda Projetos de desenvolvimento social local (serviços de microempresas – creches, cooperativas e outros) Assistência ao idoso (asilos e centros de convivência) Assistência à pessoa portadora de deficiência Assistência ao desenvolvimento social e comunitário Programa nacional de voluntariado. A partir da luta de diversos grupos e movimentos sociais, como sindicatos, partidos políticos, trabalhadores da área, intelectuais, profissionais liberais, parcelas da igreja, organizações públicas e privadas entre outros, foi-se discutindo e construindo uma proposta de Lei Orgânica e de Política de Assistência Social em favor das pessoas em situação de vulnerabilidade e exclusão. A Constituição Federal de 1988 dedica, no capítulo da seguridade social, uma seção específica para a Assistência Social, prevendo, inicialmente, em seu artigo 203, os destinatários deste segmento da ordem social. Já o artigo seguinte – 204, não somente indica a fonte primária dos recursos que custearão tais ações, mas, sobretudo as diretrizes a serem adotadas na política de assistência social. No que diz respeito às ações a serem desenvolvidas neste setor, dois princípios contidos, no artigo 204 da Constituição, são inovadores e de indiscutível importância para o seu completo êxito, ou seja, o que se refere à descentralização político-administrativa e o relativo à participação da sociedade brasileira na discussão dos temas afetos ao setor. Quer saber mais sobre os equipamentos , política de serviços da Assistência Social? Acelere a sua forma de aprender, memorizar e revisar os conteúdos de Assistência Social através dos Mapas Mentais – Combo Já Passei– 8 Ebooks com conteúdos que mais caem em concursos e seleções! OFERTA ! 5 x de R$ 10,43 no cartão ou R$ 47,90 à vista Clique aqui e compre agora!
- Capitalismo Monopolista e Serviço Social
Segundo José Paulo Neto, o surgimento do Serviço Social, não se acaba na referência da "questão social". Mas se acaba na criação do espaço sócio-histórico do capitalismo monopolista. No qual se caracteriza por seu um tipo de economia em que o grande comércio e indústria são controlados pelo poder econômico dos bancos comerciais e instituições financeiras. Para sua efetivação do capitalismo monopolista com sucesso, é necessário um mecanismo de intervenção do Estado. O capitalismo monoteísta induz a uma generalizada burocratização da vida social. Explorando a exaustão o trabalho, emprego do capital fictício, operando o capital de ações. O setor terciário corresponde às atividades de comércio de bens e serviços legitimando o próprio monopólio. O Serviço Social por sua vez, intervêm na formação da força de trabalho. O Estado se torna a um só tempo financiador e consumidor dos negócios da burguesia monopolista. Se torna garantia estatal de sobrevivência das empresas em dificuldades (por meio da socialização das perdas). A inserção do Estado em "setores básicos não rentáveis" nomeadamente aqueles que fornecem aos monopólios a baixo custo, energia e matérias-primas fundamentais. E investimentos em complexos produtivos e sua entrega para exploração monopolítica. Na esfera do capitalismo monopolista, os espaços reservados passam a seguir sua lógica: tendência controladora, dominação do consumo, indução comportamental, administrando o cotidiano dos indivíduos. Ainda nessa lógica se encontram, a interação entre políticas sociais públicas e organizações da sociedade civil, a intervenção do Estado sobre a "questão social". Desemprego, fome, falta de escola, acidente de trabalho etc. Ou seja, o Estado, atuando somente nas sequelas da questão social, passando a enfrentar como problemáticas particulares, fragmentando-a e parcializando-a. O sujeito, para se adequar a sociedade , busca atendimento nos serviços ofertados pelo Estado ou Igreja. No qual o sujeito é responsável pelo seu destino. Tendencia a psicologizar a vida social. Serviço social é dinamizado pelo processo conservador. Assistente social é profissão inserida na divisão sócio-técnica do trabalho. Um dos agentes executores das políticas sociais. Tem a necessidade de construir uma auto imagem distante do assistencialismo e filantropismo. O Estado, seu maior empregador, tem o papel de garantir as condições de reprodução social na lógica monopólica. Funções executivas na implementação das políticas públicas setoriais. Profissão feminina carregada de implicações. Sincretismo expresso em todas as manifestações da prática profissional. Questão social- Natureza difusa, ele é polifacético e polimórfico- Significado de Polimórfico: qualidade ou condição do que está sujeito à mudar de forma ou do que se apresenta sob diversas formas, multiforme. -Significado de Polifacético: adjetivo Formado ou composto por muitas faces; com vários lados; multifacetado. São múltiplas e surgem no cotidiano da prática do assistente social. O cotidiano demanda um conhecimento do social instrumentalizável, pois sua realidade cotidiana é complexa. Baixe material gratuito! Capitalismo monopolista e Serviço Social. Quer aprender mais respondendo questões de concursos? São 100 questões escolhidas para você exercitar seus conhecimentos , sobre Fundamentos histórico teórico e metodológicos do Serviço Social. Apenas R$ 15,00 Clique aqui e compre!
- Você sabe fazer acolhida?
A acolhida é uma ação presente em todos os serviços, programas e projetos socioassistenciais. Sendo muitas vezes um contato qualificado da família com o SUAS ( Sistema Único da Assistência Social). Trata-se de um momento de apreensão da realidade pela a escuta das necessidades e demandas da família. E de publicizar os serviços disponíveis na Rede ,bem como da Política de Assistência Social. O profissional irá buscar a compreensão das expressões da questão social apresentada e identificar as potencialidades e recursos para a superação da realidade apresentada. Dando assim, apoio ao usuário para expor suas vivências. Adquira e saiba como trabalhar essa temática. Apenas 5xR$ 5,88 ou R$ 27,00 à vista Clique aqui e receba o seu ebook
- Conversa com representante da sociedade civil-sociologo e administrador de empresas
Olá, tudo bem com vocês? Seguindo com o nosso projeto de entrevista e conversa com profissionais que fazem parte do nosso cotidiano profissional para contar um pouco de suas experiências. Neste post, vamos abrir espaço para o administrador de empresas, sociólogo e mestrando de Sociologia pela Universidade Federal do Ceará , Pablo de Albuquerque Robles. Vamos a conversa: Mapas Mentais Social1. Me descreva como se iniciou sua atividade profissional até chegar a presidente do Instituto Sinergia Social? Pablo- Atualmente, estou licenciado do Instituto Sinergia Social, onde estou como Diretor de Captação de Recursos, mas fui Presidente até 2019. Fundei o Instituto há mais de 10 anos, com o objetivo de fortalecer, qualificar e potencializar os resultados de outras causas e organizações da sociedade civil, através de assessorias, formações e mobilizações. Minhas primeiras atividades profissionais no campo social se deram como estagiário, para finalizar os créditos de meu antigo curso técnico em Informática Industrial pelo atual IFCE e depois como estudante de Administração de Empresas da UECE. Me identifiquei bastante com o universo social e durante essa minha primeira graduação fundei o NEPTS – Núcleo de Estudos e Projetos do Terceiro Setor, vinculando a esta universidade. Após me formar, idealizei o Sinergia Social e há 3 anos comecei a estruturar o Causas do Bem, um negócio de impacto social formalizado no início do ano e que busca promover, profissionalizar e disseminar a cultura de doação inicialmente no âmbito do Ceará, atuando como uma plataforma que une apoiadores com causas sociais organizadas. Meu interesse por essa temática foi ampliado quando ingressei no mestrado em Sociologia da UFC, visando pesquisar o financiamento coletivo de campanhas voltadas para causas sociais. Mapas Mentais Social2. Quais são suas atividades profissionais cotidianas? Pablo- Hoje em dia, minhas principais atividades através do Causas do Bem são: sensibilizar e orientar nossos voluntários e colaboradores; assessorar, treinar e acompanhar as instituições parceiras; planejar e desenvolver campanhas de mobilização de doações; apoiar e promover relacionamentos e a captação direta de doações para as instituições; identificar e construir novas parcerias que ampliem a abrangência e impacto da plataforma. Mapas Mentais Social3. Qual a importância da atuação do sociólogo na gestão das Políticas de proteção social? Pablo- Não tive ainda a oportunidade de atuar diretamente na gestão de políticas sociais como sociólogo, porém, acumulei ampla experiência como gestor, consultor e empreendedor social com diversas organizações, públicos e projetos sociais. Acredito que o trabalho do sociólogo nessa seara contribui para: diagnosticar, pesquisar, sistematizar e analisar as questões comunitárias, culturais e metodológicas que interferem no desenvolvimento e execução dessas políticas; subsidiar e assessorar o planejamento integrado, participativo e qualificado de tais programas; e atuar tecnicamente em processos de avaliação e monitoramento dos resultados, impactos e parcerias sociais. Mapas Mentais Social4. Qual (ais) a(s) sua(s) maior(res) dificuldade, ou dificuldades no seu cotidiano profissional? É possível supera-las? Pablo- As três principais dificuldades profissionais que encontro são: conseguir investimentos e patrocínios que possam acelerar a estruturação e expansão do Causas do Bem; desenvolver um sistema eficaz de operações que estimule a colaboração coletiva de mais membros; e ampliar nossa capacidade técnica de relacionamento e fidelização de apoiadores. Com a busca constante de conhecimento e intercâmbio especializados, o investimento sistemático em processos de consultoria, mentoria e monitoramento; e o foco assertivo na diversificação inteligente de receitas, é possível sim minimizar os obstáculos acima! Mapas Mentais Social5. Que dica que você daria para o(a) sociólogo ou administrador (a) que está no início de sua atuação na gerencia de uma entidade socioassistencial? Pablo- As duas principais dicas que gostaria de deixar são: (1) descubra as causas e temáticas que mobilizam seu coração e alimentam sua paixão social; (2) desenvolva as competências centrais que permitirão transformar sua vocação em diferencial socioprofissional. O Instituto Sinergia Social possui uma página no facebook, segue o link abaixo: https://pt-br.facebook.com/InstitutoSinergiaSocial Visite http://www.causasdobem.com Espero que tenham gostado! #sociedadecivil #ong #entidade #sociologo
- Conversa com Assistente Social-local abrigo para mulheres.
Olá, como vocês estão? Trago novidades no nosso blog/site , convidei profissionais que atuam em várias áreas da Política de Assistência Social para dar o ar da graça aqui e nos relatar sobre a atuação cotidiana dos mesmos. As entrevistas foram realizadas por meio de email, no qual o entrevistado teve todo tempo para responder as perguntas. A minha primeira convidada, e estreando nosso espaço, se chama Cristiane Cavalcante ou somente, Cris, para os amigos e colegas. Ela atuou há 8 anos, no serviço de abrigo para mulheres vítimas de violência, cuja gestão é do Governo do Estado do Ceará. 1. Me descreva como se iniciou sua atividade profissional na Casa do Caminho, desde o seu processo de seleção. Quais suas atividades cotidianas neste serviço? Cristiane-Eu comecei minha atividade indicada por terceiros, pois já trabalhava em outra área do serviço da mesma Secretaria. As atividades cotidianas na unidade eram atendimento individuais ,acompanhamento e resolutividade do caso de mulheres que davam entrada na unidade, além de encaminhamentos, elaboração de relatório social, visitas domiciliares e institucionais, trabalho de empoderamento, engajamento em cursos profissionalizantes, reinserção na família de origem, ampliada, ou mesmo da própria mulher na sociedade , articulação com a rede de enfrentamento as mulheres vítimas de violência doméstica a saber, delegacia especializada ou local , Núcleo da Defensoria Pública, Casa da Mulher Brasileira, rede de saúde, de educação, assistencial e outros. 2. Qual a importância da atuação profissional do assistente social na Casa do Caminho? Cristiane- É importante na situação para a efetivação de direitos, envolvendo as mulheres em situação de violência, possibilitando que a usuária tenha oportunidade de intervir na realidade social em que ela estava inserida. 3. Qual era a sua maior dificuldade, ou dificuldades no seu cotidiano profissional? Cristiane- Efetividade das políticas públicas, no sentido de dar condições para as mulheres conseguirem um suporte por um determinado período, para que elas se organizem com trabalho, moradia, suporte com benefícios eventuais principalmente no recomeço de uma nova vida. 4. Você tem alguma experiência marcante de superação de vulnerabilidade e risco social com a (as) usuária(a) do serviço? Cristiane-Sim, houveram casos exitosas de superação de algumas usuárias que chegaram a unidade totalmente fragilizadas emocionalmente, até mesmo de que antes eram totalmente dependentes de seus ex companheiros, maridos, chegando apenas com a roupa do corpo e passados algum tempo … saindo da Unidade com auto estima, com moradia, emprego, na companhia de seus filhos, com paz e força no recomeço. 5. Qual sua dica que você daria para o(a) assistente social que está no início de sua atuação com mulheres em vulnerabilidade e risco social? Cristiane- O profissional deve estar disposto para adquirir uma imensa oportunidade de enriquecimento profissional, porque em seu cotidiano vai se deparar com uma realidade bastante complexa, no qual exigirá dele respostas imediatas que farão toda a diferença na condução e direcionamento no destino das mulheres em situação de violência doméstica. Sobre a Casa do Caminho A Casa do Caminho, criada em 1992, cujo endereço é mantido em absoluto sigilo, é abrigo para mulheres vítimas de violência doméstica, que tem como principal objetivo o acolhimento destas, juntamente com seus filhos, constituíndo-se uma das principais políticas de retaguarda no enfrentamento à violência contra a mulher. O espaço conta com seis quartos, banheiro e cozinha comunitários. Com capacidade para 30 pessoas, incluindo mães e filhos. O serviço pode ser solicitado pelas mulheres na Delegacia de Defesa da Mulher ou no Centro de Referência da Rede de Apoio contra a Violência. Uma triagem é feita para analisar se a mulher está em risco iminente de feminicídio. Cristiane Cavalcante -Assistente social- pela Universidade Estadual do Ceará(UECE), graduanda em Direito, trabalhou por 8 anos em abrigo. Gostaram? Logo logo teremos mais. #casadocaminho #proteçãoespecial #violenciacontramulher #violenciadomestica #assistenciasocial #paposocial #assistenciasocial #disque100 #assistentesocialabrigo #abrigo
- Conversa com Psicóloga sobre sua atuação no Centro Pop
Olá, tudo bem com você? Vamos ver a atuação do profissional de psicologia, nas falas da profissional Micaela, psicóloga que atuou no Centro Pop por pouco mais de 2 anos. Como eu nunca atuei profissionalmente no Centro Pop , pude conhecer mais a dinâmica desse tão importante serviço. Obs: ela é minha amiga do coração, a conheci na minha atuação da Casa de passagem para Homens em situação de Rua. Vamos lá: 1. Me descreva como se iniciou sua atividade profissional no Centro Pop, desde o seu processo de seleção. A principio, para ingressar no Centro Pop e passar a trabalhar diretamente com pessoas em situação de rua, tive que fazer a seleção para psicólogo assistencial por meio de prova escrita elaborada por meio de edital do Imparh. Fiz 2 seleções sucessivas, logo, totalizei 2 anos e 6 meses. Ressaltando que cada seleção é válida por período de 1 ano, prorrogável por igual período. Ao chegar no Centro Pop tive , inicialmente, que fazer uma mudança de paradigmas acerca da população. Ao contrário do que muitos pensam; são pessoas empoderadas, conhecedoras de seus direitos, criadores de suas regras de convivência; não apenas se restringem a visão geral de que, por passarem por privações, se colocam em postura fragilizada. Ao contrário, são fortes e determinados na sua grande maioria. Iniciei os trabalhos me apropriando de como o serviço poderia contribuir com o resgate da cidadania. E assim, fui aprendendo o cotidiano dos atendimentos. 2. Qual a importância da atuação profissional do psicólogo no centro pop? O psicólogo no Centro Pop, por se tratar de um equipamento da assistência, não faz atendimento de psicoterapia. Porém, o trabalho consiste em avaliar perfis de encaminhamentos ao abrigo, ao resgate de cidadania, à psicoeducação, oferecer suporte emocional diante das adversidades e limitações do contexto situacional e participar das atuações interprofissionais em que dará sua contribuição de análise técnica. 3. Qual era a sua maior dificuldade, ou dificuldades no seu cotidiano profissional? As dificuldades cotidianas são enormes e de toda natureza. O primeiro e talvez maior obstáculo seja o preconceito social. Muitos ainda os olham com desprezo ou fazendo pré julgamentos acerca da licitude de seus atos. Posteriormente, apresentam-se as barreiras inerentes ao sistema. Como a população em situação de rua cresceu consideradamente, inclusive em período de pandemia, não há vagas suficientes em abrigos e pousada social. Uma outra dificuldade diz respeito à manutenção da saúde, tendo em vista que possuem todos os tipos de privações ( alimentar, higiene, moradia...) o que afeta os cuidados básicos. Outra dificuldade reside na informatização de praticamente todos os serviços ( o que torna difícil, por exemplo, a realização de inscrições ou o acesso à informação); algo que é feito com o auxílio do Centro Pop. Uma outra grande dificuldade reside na dificuldade de contra-argumentar algumas regras criadas por eles próprios. Explicando melhor: como eles tem que ser muito fortes para suportar todas as adversidades, acabam por criar para si regras muito rígidas , e, desse modo, qualquer desvio quanto à tais condutas, é severamente punido por meio de agressão física; como uma forma de seleção social. Diante disso, o Centro Pop faz um trabalho sistemático de não violência. Portanto, é feito todo um trabalho baseado no Princípio da Dignidade da pessoa humana, bem como reforçar aparatos em busca da equidade com a participação ativa no meio social. Vale ressaltar que sempre tentamos resgatar vínculos rompidos com familiares, inclusive por meio de busca ativa, concessão de Aluguel Social e passagens intermunicipais para retorno ao lar. 4. Você tem alguma experiência marcante de superação de vulnerabilidade e risco social com o usuário do serviço? Uma das experiências mais marcantes como forma de superação de vulnerabilidade social foi o Projeto Novos Caminhos. Participei ativamente da elaboração e execução do projeto. Consistia numa parceria de uma instituição de pesquisa sobre drogas do Rio de Janeiro e a prefeitura de Fortaleza. Consistia em reinserir no mercado de trabalho as pessoas mais excluídos do contexto social. Logo, um primeiro requisito era ser usuários de substâncias psicoativas. Assim, os interessados faziam comigo o cadastro e ficavam em acompanhamento pois eu era a técnica de referência. A pessoa teria que fazer 2 cursos com duração de 1 mês. Os cursos eram conjugados de acordo com a área de interesse ( pintor- auxiliar de pedreiro, bombeiro hidráulico- manutenção de praças, cabeleireiro-massotetapia, portaria- serviços gerais). Todo o material didático era fornecido e aulas diariamente em um turno. Após conclusão de cada curso, o participante recebia uma ajuda de custo. Após a conclusão de dois cursos e , a depender do desempenho, recebia outro percentual e era encaminhado ao estágio supervisionado; além de ser concedido o Aluguel Social. O êxito foi gratificante: os que se dedicaram conseguiram resignificar a vida e estão inseridos em um novo contexto social ; inclusive um deles é motorista da SDHS e outros estão trabalhando em portarias, lojas, etc. Essa é a prova de que com um suporte associado à motivação e interesse pessoal, pode-se mudar qualquer situação de vida. 5. Qual sua dica que você daria para o(a) psicólogo que está no início de sua atuação com o público em situação de rua? A dica que eu daria é a que oriento a qualquer trabalho em Psicologia, qual seja, gostar do ser humano. É preciso amor para se atender pessoas que não correspondem ao que se espera receber em um contexto de clínica. E esse amor faz toda diferença ao olhar que teremos ao ouvir sobre a vida de cada pessoa que nos procura. Você conhece o centro pop do seu território? Você gosta ou gostaria de trabalhar com a população de rua? Qual o recorte? Mulheres, homens ou crianças e adolescentes? Até logo! #centropop #psicologocentropop #suaspsicologo
- Serviço Social nas empresas
Olá, como vocês estão? Já foram vacinadas? Espero que tudo esteja bem e vocês felizes por todo dia aprender mais um pouco nessa vida. Vou disponibilizar em pdf, totalmente gratuito, uma apresentação do texto chamado: "O trabalho do assistente social nas empresas capitalistas." dos autores: Ângela Santana do Amaral e Mônica César. Texto integrante do livro "Serviço Social: Direitos Sociais e competências profissionais." Texto em pdf Ahhh e tem ele também em vídeo no nosso canal do youtube, espia lá: https://youtu.be/M0H8hjdyNI4 Beijinhos!
- Aprenda como não procrastinar nos estudos ou qualquer área da sua vida.
1. Você sente o impulso de arrumar o seu quarto antes de começar um trabalho; 2. Você sente fome justamente na hora de estudar; 3. Você demora muitos dias para decidir um tópico de estudo; 4. Você carrega os seus livros para todos os lugares, mas nunca os abre para estudar; 5. Você fica com raiva se alguém te pergunta se já começou a estudar para aquela prova. 6.Tem dificuldade de focar os estudos? 7.Fica inventando desculpas para não voltar aos livros e qualquer ruído parece mais interessante que sua atividade? 8.Costuma deixar tarefas para entregar na última hora? 9.Demora o máximo possível para começar aquele trabalho difícil ou mesmo aguarda até que alguém cobre a sua participação para tomar uma atitude? Se reconheceu em algum desses comportamentos? Se a resposta foi sim, não se desespere! Quando perceber que procrastinou, não se odeie. Perdoe-se. Aceite e bola pra frente. Não carregar essa culpa vai ajudá-lo a se tornar mais produtivo. A procrastinação é o ato de retardar o cumprimento de uma atividade e, geralmente, quem age dessa maneira encontra grandes problemas no desenvolvimento de projetos, especialmente os de longa duração. A preguiça e a falta de tempo são as principais causas desse fenômeno. Ou seja, procrastinar é simplesmente o ato de adiar o cumprimento de uma tarefa que precisa ser realizada. “Você sabe o que deve fazer e não é capaz de fazer. Esse fenômeno é o resultado do medo de fracassar, escondido como uma espécie de indiferença na realização das tarefas, causando muito estresse aos envolvidos. O que é não procrastinar? Não procrastinar é cumprir uma tarefa, compromisso, atividades de forma geral, sem atrasar ou postergar. Por que a procrastinação acontece? Embora pareça um mal da vida moderna, procrastinar é uma realidade desde as civilizações antigas. O poeta grego Hesíodo, por exemplo, escreveu, por volta de 800 a.C., “deixar seu trabalho até amanhã e no dia seguinte”. De forma geral, o cérebro humano “se rende” à procrastinação porque tem preferência pela recompensa imediata. Por isso, tende a lutar com tarefas que prometem vantagens futuras em troca de esforços no presente. Pode ser algo consciente ou feito inconscientemente. Em ambos os casos, inclui uma decisão de “empurrar” a atividade. Isso ocorre principalmente quando a atividade em questão aciona sentimentos negativos como insegurança ou tédio. O que é procrastinação ativa? Procrastinação ativa é postergar ou atrasar o cumprimento de uma atividade em detrimento de outra, mais urgente ou importante. 1) Tenha uma agenda ou algum caderninho que você pode usar para anotar suas tarefas e faça planos específicos, com data e hora (sim, bem específico). Só fazer a lista não adianta. Quando você coloca um prazo certo, sua produtividade aumenta. Afinal, existe um direcionamento e você pode se comprometer mais diretamente. Aproveite para colocar no papel o passo a passo do que você precisa fazer. 2) Dividir as tarefas em períodos de tempo menores. Se você fizer suas tarefas em pequenos períodos de tempo, você vai ver que ela nem era tão ruim assim e que você já poderia tê-la resolvido há muito mais tempo. 3) Elimine as distrações convidativas: Como parar de procrastinar depende de, muitas vezes, planejamento. Por isso, tente cuidar do seu ambiente físico e mental para minimizar o número de situações críticas. Desligue as notificações eletrônicas, se acha que vão te distrair em algum momento, por exemplo. 4)Não fique muito confortável: Quando se está em casa com a cama ou o computador à disposição, realmente fica difícil não procrastinar. Então, por que não mudar seu ambiente de estudos? Use a biblioteca da sua escola ou faculdade, vá a um café ou escolha outro local que não tenha tantas tentações, mas que ainda te ofereça as condições necessárias para você focar nas suas tarefas. 5) Recompensar-se por fazer coisas que você não quer pode ser um motivador poderoso: Não coma o chocolate antes da tarefa. Diga que vai dá-lo de presente a si mesmo depois que terminar o que está fazendo. Valem como “presentes”: 5 minutinhos de pausa nos estudos para rolar o feed do Facebook ou dar aquela checada no WhatsApp, uma ida ao cinema depois de terminar os estudos do dia ou até uma soneca à tarde se você conseguir adiantar a lição de casa. 6. Encontre alguém que te incentive- Conte o que você precisa fazer para um amigo ou para a sua família. Isso vai fazer com que você se cobre mais, afinal de contas, você se comprometeu e tem alguém sabendo disso. 7. Dê uma recompensa a si mesmo Determinar uma recompensa para si mesmo pode ser uma estratégia interessante para evitar a procrastinação. 8. Pense no seu bem-estar após concluir uma tarefa É impagável a sensação de missão cumprida ao finalizar uma atividade. Uma dica para vencer a procrastinação é pensar no bem-estar que você vai desfrutar ao ver que seu trabalho está concluído e dentro do prazo estipulado. 9. Pense no futuro para evitar uma correria Quando bater aquela vontade de deixar as coisas para depois, pense no futuro e como será corrido (e sofrido) fazer um trabalho durante a madrugada para entregar nas primeiras horas da manhã, por exemplo. 10. Mude de ambiente para ‘enganar’ a rotina Algo simples e que tem chances de funcionar muito bem: mudar o ambiente de estudo pode dar mais ânimo para executar as tarefas. Trocar a mesa de lugar ou estudar na cozinha são alguns exemplos simples e que trazem resultados incríveis. 11. Não seja seu maior inimigo Muitas vezes você já está desanimado antes mesmo de tentar. Diz que não conseguirá um bom resultado, que algo é muito difícil de ser feito, etc. Pare de fazer isso. Quanto mais você disser esse tipo de coisa, mais complicado será conquistar um bom resultado. Pense positivo, aja de um jeito positivo. 12. Pense nos imprevistos Antes de iniciar o estudo, reflita sobre quais os possíveis imprevistos que você terá ao longo da execução do projeto. Assim, seu cérebro já estará condicionado a possíveis problemas e saberá melhor como lidar com eles. 13. Aprenda a perdoar seus erros A procrastinação é um fenômeno diretamente ligado ao psicológico do ser humano e, para ser combatida, as pessoas precisam aprender a perdoar os erros que vão cometer ao longo do desenvolvimento do projeto. Entenda que algumas atitudes erradas não têm solução, mas você precisa aceitar que acontecem para melhorar seu desempenho no futuro. Tipos de Procrastinadores: 1. Inevitáveis Quando o cronograma de uma pessoa está sobrecarregado ou uma crise relacionada a uma obrigação a tira dos eixos em questão de produtividade. 2. De adrenalina Quando uma pessoa atrasa uma tarefa porque gosta da pressão de fazer no último minuto. 3. Hedonísticos Quando uma pessoa escolhe fazer algo instantaneamente gratificante e prazeroso ao invés da tarefa que precisa cumprir. 4. Devido a problemas psicológicos Como o luto ou outro estado de humor ou estado mental, seja crônico ou agudo. 5. Propositais Quando uma pessoa precisa fazer uma coisa antes de cumprir a tarefa. 6. Irracionais Que são inexplicáveis para o procrastinador e muitas vezes alimentados pelo medo e pela ansiedade. Com foco no método Pomodoro, alguns exemplos de apps: Meu Pomodoro (iOS e Android) Flat Tomato (iOS) Cuckoo (iOS e Android) Focus Timer Reborn (Android) Outros, para bloquear distrações: Freedom (iOS) AppBlobk (Android) SimplyNoise (iOS e Android) Para organizar e acompanhar tarefas: Todoist (iOS e Android) Priority Matrix Manager (iOS e Android) Evernote (iOS e Android) Livros que te ensinam como parar de procrastinar Para ir ainda mais a fundo no tema, selecionamos alguns títulos sobre procrastinação: “Como vencer o medo, deixar de procrastinar e se tornar uma pessoa de ação”, de Steve Allen O autor apresenta um método prático de como parar de procrastinar e de mudar qualquer hábito que seja prejudicial à sua rotina. “A equação de deixar para depois”, de Piers Steel Piers Steel usa uma mistura de psicologia, pesquisa, biologia e ferramentas de auto-ajuda. Seu método testado e comprovado de como parar de procrastinar ajuda seus leitores a identificar e compreender hábitos autodestrutivos e, enfim, levar uma vida mais produtiva. “Trabalho focado: como ter sucesso em um mundo distraído”, de Cal Newport O objetivo de “Trabalho focado: como ter sucesso em um mundo distraído” é ensinar ao leitor como dominar a arte do “Trabalho Profundo” para se concentrar, acabando com a procrastinação, e alcançando ótimos resultados em relação à sua produtividade. “A arte de fazer acontecer”, de David Allen Esse livro de David Allen não é estritamente sobre como parar de procrastinar, mas sim sobre produtividade de forma geral. Trata, principalmente, sobre sistematizar a vida e realizar o máximo possível a partir do esforço. A técnica Pomodoro pode ser uma boa estratégia de produtividade e gerenciamento de tempo que ajuda a evitar a procrastinação. Se você ainda não conhece, saiba que é uma abordagem na qual o trabalho é dividido em períodos de 25 minutos de atenção total, com 5 minutos de intervalo. Pelo método, as pausas frequentes beneficiam a agilidade mental. E aí, gostou dos truques sobre como evitar a procrastinação? Aproveite para ajudar seus amigos também! Para isso, é só compartilhar o conteúdo com eles nas suas redes sociais, e não se esqueça de deixar seu comentário nos contando se o conteúdo foi relevante para você! #procrastinar #procrastinação #métodopomodoro #estudarbem #métododeestudo #dicasdelivros
- Livro impresso ou pdf? Qual sua preferência?
Desde que eu lancei o site mapasmentaissocial , ficava no dilema do lançamentos de materiais para estudo em formato pdf. Além de ser mais cômodo para seu envio e poder abrir o arquivo em qualquer local, o retorno sempre foi satisfatório. Mesmo assim, muita gente sempre perguntou por uma versão impressa dos e-books. Confesso que sou das antigas e prefiro o livro em formato impresso. Para estudar gosto de fazer anotações, dobrar o canto, sublinhar com canetinhas de cores diferentes, etc. Me ajuda a memorizar. Na época da faculdade eu me rendia sempre a xerox e livros versão física parcelados em 10 vezes. A emoção de ter um livro para rabiscar e cheirar me encanta! Também deveríamos analisar o custo benefício, as vezes achamos um livro de R$ 100,00 caro , porém comemos pizza toda a semana, e o chop então? Ainda no Brasil o livro impresso é desvalorizado pelo governo que cobra inúmeros impostos o que faz com que pobre leitores até recorram a cópias muitas vezes incompletas. Tornando assim para o autor, o investimento em uma tiragem de livros impressos algo relativamente caro. Não poderia me dar ao luxo de imprimir algumas centenas de livros e não conseguir vender tantos, perdendo meu investimento. Então o melhor a se fazer é ter as duas versões do conteúdo, sendo impressa e em meio digital. No qual deposito a minha confiança na empresa UICLAP no qual o autor pode publicar seu livro que fica disponível na loja da empresa no qual é responsável pela produção e envio. Você pode até publicar sua monografia e artigos. Super fácil e sem custos! Se fosse para você comprasse um livro AGORA, compraria a versão digital ou a versão física? Comente, Compartilhe #livro #uiclap #ebook #livrofisico











